- Mauro Xavier entregou um requerimento à Mesa da Assembleia Geral do Benfica a defender a criação de um Orçamento Participativo para as Casas do Benfica, com 1% dos gastos anuais do clube de destino para projetos das delegações.
- O montante estimado é de cerca de 616 mil euros por ano, assegurando que não haja redistribuição de apoios já existentes, mas sim um reforço dos recursos para as Casas.
- Cada projeto pode receber até 50 mil euros e as candidaturas passam por validação técnica prévia pelos serviços do clube antes de serem votadas pelos Sócios.
- O objetivo é reforçar o papel das Casas do Benfica e oferecer maior estabilidade financeira, com transparência e participação direta dos Sócios nas decisões.
- O requerimento inclui pedidos formais para admissão, inclusão na ordem de trabalhos e registo em ata, para apreciação, discussão e votação pelos Sócios.
Mauro Xavier apresentou um requerimento à Mesa da Assembleia Geral do Benfica, defendendo a criação de um Orçamento Participativo para as Casas do clube. Propõe que 1% dos gastos anuais seja afectado a projetos apresentados pelas delegações benfiquistas.
As Casas do Benfica são apresentadas como parte essencial da história, identidade e implantação nacional e internacional do clube, mantendo vivo o movimento associativo fora do Estádio da Luz.
A proposta indica um orçamento anual estimado em cerca de 616 mil euros, sem retirar verbas atuais. Cada projeto pode receber até 50 mil euros, com validação técnica prévia e votação pelos sócios.
Proposta de Orçamento Participativo para as Casas
O documento prevê que a validação técnica seja realizada pelos serviços competentes do Clube antes de ir a votação. O clube deverá prestar contas da execução do orçamento e dos projetos apoiados.
O requerimento solicita que a Mesa da Assembleia Geral admita a proposta, a inclua na ordem de trabalhos para apreciação e garanta o registo em ata.
A finalidade é reforçar o papel das Casas do Benfica e conferir maior estabilidade financeira, promovendo um clube que presta contas com transparência e coloca os sócios no centro das decisões.
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