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Tomás Barroso: Benfica não será um cemitério de treinadores

Tomás Barroso garante que o Benfica não será um cemitério de treinadores, mantendo o modelo de modalidades e reforçando a aposta na formação

Tomás Barroso
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  • Tomás Barroso, ex-basquetebolista, é vice‑presidente do Benfica e dirige as 34 modalidades do clube.
  • Em entrevista à BTV, sinaliza um balanço com mais vitórias do que derrotas, destacando as conquistas das equipas femininas.
  • Na época anterior o sucesso foi de três campeonatos em cinco provas; este ano não houve melhoria devido ao basquetebol não ter alcançado o pentacampeonato.
  • As mudanças de ciclo devem ocorrer enquanto se ganha, mas o Benfica não será um cemitério de treinadores.
  • Mantém o modelo de aposta na formação e o investimento alinhado com a grandeza do clube, combinando recursos financeiros com competitividade desportiva.

Tomás Barroso, antiga atleta do basquetebol do Benfica, é hoje vice-presidente do clube e está à frente das modalidades. Em entrevista à BTV, fez um balanço da época e esboçou o futuro do emblema com 34 modalidades.

O dirigente assume o cargo desde novembro e destaca que o Benfica discute ainda as finais dos playoffs de hóquei em patins feminino e futsal masculino. A prioridade continua a ser a competitividade em todas as áreas.

Barroso afirma que o balanço aponta para mais vitórias do que derrotas, com destaque para o desempenho das equipas femininas. A relação entre atleta, treinador e sócio é apresentada como essencial.

A gestão de mudanças de treinadores é abordada pelo presidente de forma pragmática: as trocas devem ocorrer em ciclos vitoriosos, mas o Benfica não quer ser um cemitério de treinadores. A responsabilidade recai sobre todos.

Foco na formação e ambição competitiva

O modelo de modalidades mantém-se, com reforço da aposta na formação e da formação de novos talentos. O Benfica pretende manter o investimento adequado à sua grandeza, sem ceder nos níveis de competitividade.

Barroso sublinha que não se abdica de qualquer recurso financeiro nas modalidades de pavilão. O objetivo é identificar prioridades e aliar recursos à capacidade de triunfar em várias frentes.

A estrutura sublinha ainda o equilíbrio entre orçamento e resultados desportivos como regra fundamental. O foco é manter o Benfica entre as principais equipas nacionais sem comprometer a identidade do clube.

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