- Leonel Pontes aponta melhorias entre o primeiro e o segundo jogo de Portugal no Mundial, observadas frente ao Uzbequistão, depois da derrota frente à RD Congo.
- Diz que a equipa passou a criar mais situações de perigo perto da grande área no segundo encontro.
- Destaca a maior profundidade dos laterais João Cancelo e Nuno Mendes, que permite abrir espaço para o ponta-de-lança.
- Reitera que Cristiano Ronaldo continua a ser o ponta-de-lança com maior eficácia dentro da área.
O Mundial visto da China: Leonel Pontes analisa os dois primeiros jogos de Portugal em solo asiático. O técnico comenta as diferenças entre o encontro com a RD Congo e a estreia frente ao Uzbequistão, destacando evoluções a nível coletivo e individual.
Pontes aponta uma atuação mais célere, intensa e dinâmica na ronda seguinte, frente ao Uzbequistão, em comparação com o primeiro desafio. A leitura do jogo indica maior pressão perto da grande área adversária, o que facilita a criação de ocasiões perigosas.
Outro ponto relevante é a profundidade aportada pelos dois laterais. João Cancelo e Nuno Mendes ganharam espaço para explorar o espaço atrás da defesa contrária, permitindo que o *ponta-de-lança* tenha mais zonas de finalização.
A análise reforça a ideia de que Portugal continua a ter Cristiano Ronaldo como o jogador com maior eficácia na área, atuando como referência na zona de finalização. O treinador mantém a confiança no êxito ofensivo do camisola 7.
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