- O Atlético de Madrid vai apresentar denúncia à FIFA contra o Barcelona por alegada negociação com Julián Álvarez, ainda com contrato em vigor, segundo Miguel Ángel Gil Marín a agência EFE.
- Marín criticou duramente a postura do Barcelona, acusando desrespeito, desvalorizações e mentiras ao jogador, à imprensa e aos adeptos.
- Álvarez tem contrato com o Atlético até 2030 e uma cláusula de rescisão de 500 milhões de euros.
- O Atlético mantém a posição de não transferir os seus direitos sobre o jogador e afirma que o Barcelona não está capacitado para a operação que pretende fazer.
- As declarações de Álvarez após o jogo da Argentina contra a Áustria foram alvo de críticas de Marín, que disse que não era o momento e que o jogador conhece bem a postura do clube.
O Atlético de Madrid confirmou que vai apresentar uma denúncia à FIFA contra o Barcelona. A queixa centra-se na presença de Julián Álvarez, jogador com contrato em vigor, durante o período protegido, segundo o dirigente Miguel Ángel Gil Marín, em declarações à agência EFE.
Marín assumiu que a defesa dos interesses do clube é prioridade e que a denúncia é necessária face à suposta violação. O dirigente criticou publicamente a postura do Barcelona, sugerindo que o clube catalão tenta desvalorizar o Atlético e o jogador.
Relativamente ao Atlético, Álvarez tem contrato até 2030, com uma cláusula de rescisão de 500 milhões de euros para libertação. O clube tem reiterado que só negocia a saída do atleta mediante essa cláusula.
Reacções
As declarações de Gil Marín contaram com reacções de representantes do Atlético, que reforçam a necessidade de cumprir os termos contratuais. Não foram divulgadas evidências adicionais nem detalhes financeiros da possível operação.
Contexto
A situação envolve debates sobre negociações de jogadores entre clubes com contratos em vigor. O caso segue em investigação pela FIFA, com impacto potencial nas estratégias de transferências entre clubes europeus.
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