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Villas-Boas: FC Porto não terá mercado de 100 milhões e poupará reforços

Villas-Boas assegura contenção no mercado de reforços, aposta em jovens promissores desde já e mantém o FC Porto sem abertura de capital a externos

André Villas-Boas revela que o FC Porto vai ser mais poupado nos reforços
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  • O treinador André Villas-Boas afirmou que o FC Porto não fará “um mercado de 100 milhões”, mantendo uma base sólida e reforçando-a de forma estratégica.
  • A ideia é manter os melhores talentos na equipa principal e reforçar a equipa em pontos-chave, com menos investimento global.
  • Sobre a contratação do jovem Eirik Granaas, o técnico disse que a scouting deve antecipar-se aos outros, buscando jogadores aos 16 e 17 anos, que custam entre dois e dez milhões de euros.
  • A partir dessa faixa etária, os custos tendem a subir, passando a ficar entre dez e mais de trinta milhões, segundo o aviso de Villas-Boas.
  • O FC Porto não pretende abrir o capital da sociedade anónima desportiva a investidores estrangeiros, considerando que essa hipótese seria o “princípio do fim” do clube de associados.

O FC Porto vai adotar uma política de reforços mais contida nesta temporada, visando poupar recursos e manter uma base sólida da equipa principal. A ideia passa por reforçar apenas onde há necessidade, com planeamento estratégico.

A direção aponta para uma base existente que considera boa, com o objetivo de manter os melhores talentos e reforçar a equipa nos pontos-chave. O foco é olhar para o mercado de forma mais ponderada.

A propósito da contratação de Eirik Granaas, um jovem atacante de 16 anos, o clube reforçou a importância de antecipar o mercado. A aposta é para captar talentos ainda com custo mais baixo, aos 16 e 17 anos, quando as margens de investimento são menores.

A estratégia de scouting pretende evitar dispersões e avançar cedo sobre promessas, com o objetivo de reduzir custos a médio prazo. A meta é entrar antes dos patamares dos 10-20-30 milhões de euros.

Sobre a abertura de capital da SAD, o FC Porto reafirmou que não pretende abrir o clube a investidores estrangeiros. O alcance de tal operação seria visto como o fim do modelo de clube de associados, segundo o próprio clube.

O clube sublinha ainda que qualquer decisão futura sobre capitalização seria avaliada com rigor. A manutenção de estrutura e missão social do FC Porto é apresentada como prioridade para o universo associativo.

Em resumo, o FC Porto planeia reforços selecionados, aposta no talento jovem e mantém a via de não abrir o capital da SAD, preservando o estatuto de clube de associados.

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