- Thomas Tuchel, selecionador de Inglaterra, recusou cantar o hino britânico “God Save The King”.
- A decisão gerou críticas na imprensa, com referências ao exemplo de Roberto Martínez, que costuma cantar “A Portuguesa”.
- Inglaterra confirmou bom futebol e ganhou na estreia frente à Croácia.
- Para aliviar a tensão, Tuchel apareceu no Kauffman Stadium, em Kansas City, para lançar o jogo da MLB entre os Kansas City Royals e os St. Louis Cardinals.
Thomas Tuchel, selecionador de Inglaterra, recusou cantar o hino God Save The King. O episódio ocorreu antes da estreia da equipa, quando lhe foi perguntado se iria entoar o hino. A resposta foi clara: não. O gesto gerou polémica entre críticos e fãs.
A imprensa espanhola chegou a citar Roberto Martínez como exemplo a seguir, referindo-se ao hábito do antigo treinador de Portugal cantar A Portuguesa. Os críticos argumentam que Tuchel deveria ter mostrado o mesmo espírito patriótico, especialmente num momento de cobrança à equipa inglesa após o desafio inicial contra a Croácia.
Apesar da controvérsia, a Inglaterra revelou-se eficaz no campo e venceu o jogo de estreia frente à Croácia, num encontro disputado recentemente. O incidente do hino ficou conteúdo secundário face ao desempenho desportivo da equipa.
Descompressão no desporto de massas
Pouco depois, Tuchel deslocou-se ao Kauffman Stadium, em Kansas City, para cumprir a cerimónia de lançamento inaugural de um encontro da MLB entre os Kansas City Royals e os St. Louis Cardinals. O momento serviu para distrair atenções e aproximar o técnico do público fora do futebol.
Mesmo fora dos relvados, o treinador alemão manteve o ritmo habitual de presença mediática, sem revelar novas intenções sobre o hino. O episódio ganhou relevância apenas pela discussão gerada sobre símbolos nacionais e comportamento em eventos desportivos.
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