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MotoGP chega a acordo histórico com cinco construtores até 2031

MotoGP e cinco construtores assinam acordo histórico até 2031, com repartição de receitas televisivas, patrocinadores e circuitos; movimentos de pilotos abrem a partir de 2027

Prova de MotoGP
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  • O MotoGP, em conjunto com cinco construtores — Aprilia, Ducati, Honda, KTM e Yamaha —, anunciou um acordo comercial até 2031 que garante a participação das marcas no Mundial de velocidade.
  • O acordo prevê a distribuição de receitas dos direitos televisivos, patrocínios e circuitos, com cada equipa a receber cerca de oito milhões de euros por ano.
  • A base comercial formaliza o compromisso por cinco anos e permite movimentos de pilotos entre equipas a partir de 2027, com mudanças no formato das equipas para ter apenas uma moto por piloto.
  • Em termos técnicos, o regulamento para 2027 inclui a redução da cilindrada das motos de 1.000 para 850 centímetros cúbicos, por razões de segurança e ambientais.
  • Entre os movimentos de pilotos que se antevêem estão Acosta para a Ducati (com Márquez), Alex Márquez para a KTM (com Di Giannantonio) e Bagnaia para a Aprilia; Quartararo para a Honda; Martín e Ogura para a Yamaha.

O MotoGP anunciou um acordo comercial considerado histórico com as cinco construtoras que já participam no campeonato: Aprilia, Ducati, Honda, KTM e Yamaha. O acordo estende-se até 2031 e abrange a distribuição de receitas de direitos televisivos, patrocínios e circuitos.

O acordo, formalizado pela MSMA, SEG, Liberty Media e a família Ezpeleta, garante a participação das cinco marcas por cinco anos adicionais. A partir de 2027, deverão ocorrer ajustes no funcionamento das equipas, com foco na gestão de mota por piloto.

Segundo estimativas da imprensa especializada, cada equipa deverá beneficiar de cerca de oito milhões de euros anuais através destas receitas. O modelo de gestão das equipas deverá também sofrer alterações a partir de 2027.

Impacto no modelo desportivo e no mercado de pilotos

A partir de 2027, cada equipa deverá ter apenas uma moto por piloto e será chamada a fortalecer a sua estratégia de marketing e comunicação, num paralelo ao que já acontece na Fórmula 1. O regulador técnico também prevê mudanças.

No plano técnico, o regulamento já inclui a redução da cilindrada de 1000 cm³ para 850 cm³, por razões de segurança e ambientais, a vigorar em 2027. Novos ajustes devem facilitar o equilíbrio competitivo entre as marcas.

Movimentos esperados entre equipas

No conjunto de negociações, surgem rumores sobre mudanças na grelha de pilotos. Pedro Acosta poderá mudar da KTM para a Ducati, formando dupla com Marc Márquez. Alex Márquez deverá deixar a Ducati-Gresini para a KTM, com Fabio Di Giannantonio a seguir para a Ducati-VR46.

Fabio Quartararo poderá transferir-se da Yamaha para a Honda. Jorge Martín, da Aprilia, e Ai Ogura, da Aprilia-Trackhouse, poderão seguir para a Yamaha. Estas alterações dependem de confirmações formais dos clubes.

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