- O selecionador da África do Sul, Hugo Broos, contestou a suspensão de três jogos de Themba Zwane, imposta após o jogo México-África do Sul.
- Broos afirma que o cartão vermelho foi exagerado e compara o caso com o lance de Lionel Messi no Argentina-Argélia, que não mereceu cartão.
- O técnico sustenta que, no lance de Messi, não houve revisão no VAR, ao contrário do que ocorreu com Zwane.
- A federação sul-africana já apresentou um apelo para tentar reverter a punição.
- Se a decisão for mantida, Zwane só poderá atuar se a África do Sul chegar aos oitavos de final.
O selecionador da África do Sul, Hugo Broos, contestou a suspensão de Themba Zwane, que o afastará por três jogos, após o confronto México-África do Sul no Mundial 2026. O treinador questionou a consistência das decisões de arbitragem e do VAR, apontando diferenças em relação ao lance envolvendo Messi no Argentina-Argélua.
Broos criticou o facto de Zwane ter recebido vermelho, considerado exagerado, e afirmou não ver penálti no lance. Em comparação, defendeu que não houve revisão de VAR no episódio com Messi, o que, na leitura dele, contrasta com o caso de Zwane.
O técnico explicou que o contacto entre Zwane e o jogador mexicano ocorreu para impedir uma progressão, com Zwane a tentar libertar-se. O treinador referiu que o braço do médio subiu ao ombro do adversário, resultando na expulsão e na suspensão subsequente.
A África do Sul já apresentou um apelo para reverter a suspensão de Zwane, cuja ausência poderá afetar a equipa apenas se este chegar aos oitavos de final do torneio.
Caso a suspensão se mantenha, Zwane não estará disponível nos jogos seguintes, o que limita as opções do onze sul-africano para a fase seguinte da competição. A federação não divulgou novos elementos formais até ao momento.
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