- Roberto Martínez levou a Bélgica às meias‑finais em 2018, numa campanha de sonho que terminou no choque com a França e que os levou a sagrar‑se campeões do Mundo.
- Quatro anos depois, deixou a Bélgica na fase de grupos no Catar 2022, uma das maiores desilusões do torneio.
- O saldo do período ao serviço da Bélgica foi de sete vitórias, duas derrotas e um empate.
- A poucos dias do início do Mundial, a seleção portuguesa disputa o Congo às 18h, num contexto em que Martínez procura redenção.
- O técnico espanhol ficou marcado por oscilações entre o céu e o inferno na passagem pela Bélgica.
O selecionador Roberto Martínez tem enfrentado altos e baixos ao longo da sua passagem pela Bélgica. Em 2018 conduziu a equipa aos quartos de final, com uma passagem em grande estilo que terminou no choque com a França. Mesmo assim, a conquista do campeonato do mundo ficou pelo caminho.
Quatro anos depois, a experiência mudou de rumo: a Bélgica ficou-se pela fase de grupos no Catar 2022. A eliminação levou o espanhol a anunciar a saída da equipa, num desfecho que marcou a crise de resultados da última fase do ciclo.
A um dia do arranque da seleção portuguesa no Mundial, com o Congo pela frente dentro de 18 horas, Martínez é apresentado como alguém que procura a redenção. O historial de oscilações entre êxitos e decepções define o recorte da sua carreira.
Situação atual
A atenção recai sobre o que se seguiu à derrota na fase de grupos. O treinador que levou a Bélgica ao terceiro lugar em 2018 mantém o foco em próximos desafios e na forma como a equipa pode evoluir no próximo grande torneio.
O balanço do percurso de Martínez indica sete vitórias, duas derrotas e um empate. O período entre o sucesso no Brasil 2018 e as dificuldades de 2022 continua a moldar a leitura pública sobre o técnico espanhol.
Entre na conversa da comunidade