- O Mundial de 2026 já começou e as camisolas das seleções atraem atenção antes de entrarem em campo.
- As peças combinam referências culturais e artísticas com designs arrojados, reforçando a identidade nacional.
- Exemplos: Alemanha aposta numa linha simples com obrigas de retorno aos anos 90 e encerra parceria com a Adidas; Argentina apresenta a alternativa inspirada no fileteado porteño.
- Outros destaque incluem Bélgica, com inspiração no surrealismo de Magritte; Coreia do Sul, com grafismos que evocam paisagens e o tigre; Curaçau, em tons pastel a homenagear Willemstad.
- Ainda há modelos da Espanha, Estados Unidos, México, Noruega e Uruguai que incorporam símbolos nacionais, referências históricas ou heritage cultural.
Entre homenagens culturais, referências históricas e designs arrojados, as camisolas do Mundial 2026 têm conquistado adeptos ainda antes de entrarem em campo. As marcas apostaram em equipamentos que contam histórias, ligando identidade nacional a estilos contemporâneos.
A Alemanha mantém uma aparência claramente alemã, com elementos dos anos 90. A Adidas encerra, assim, uma parceria histórica ao produzir a última camisola principal da seleção.
Inspirações artísticas e culturais
A Argentina abandona o azul tradicional na camisola alternativo, inspirando-se no fileteado porteño, expressão típica de Buenos Aires. Técnicas ornamentais sobre fundo escuro destacam a cultura da capital.
A Bélgica usa o surrealismo belga como referência. Tons de azul-claro, rosa e branco aparecem com motivos gráficos, incluindo o lema Ceci n’est pas un maillot, que alude ao artista Magritte.
Design e identidade de equipas
A Coreia do Sul destaca grafismos que remetem às paisagens montanhosas e à pele do tigre, símbolo nacional. O Japão aposta num design multicolor, refletindo a união entre equipa e comunidade do futebol nipónico.
A Curaçau surpreende com tons pastel e homenagem a Willemstad, nas fachadas coloridas de Punda e Otrobanda. O visual retro é visto como uma das maiores surpresas entre os fãs.
Outras opções e referências
A Espanha combina simplicidade com herança literária, sugerindo capas de livros clássicos, e regista o regresso do logótipo da Adidas, nostálgico aos anos 90. Os EUA reimaginam as riscas vermelhas e brancas inspiradas na bandeira, com referência ao Mundial de 1994.
A Gana incorpora padrões do tecido tradicional kente, dominando o dourado com detalhes em vermelho e uma estrela negra. O México volta a homenagear a Pedra do Sol asteca, combinando cores nacionais com raízes indígenas.
Encerramento e referências históricas
A Noruega privilegia a cruz da bandeira e padrões vikings, numa fusão entre tradição e modernidade. No Uruguai, a camisola alternativa rende tributo ao Mundial de 1930, com referências ao Estádio Centenário e ao troféu Jules Rimet.
As peças, além de estéticas, são interpretadas como parte da identidade de cada seleção, conectando futebol, história e cultura de cada país.
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