- Paulo da Cunha Ribeiro foi eleito para liderar a nova comissão de gestão do Sp. Covilhã para a época 2026/27, com 49 votos a favor, 15 contra e 1 em branco, numa Assembleia Geral Extraordinária de 65 votantes.
- A equipa dirige-se a um contexto desportivo, diretivo e financeiro menos favorável, com foco no rigor orçamental e num orçamento estimado em cerca de meio milhão de euros para a próxima época.
- O objetivo é lutar por um lugar na fase de subida de divisão da Liga três, mantendo a estabilidade financeira e a tranquilidade do clube.
- O plantel deverá ficar quase fechado dentro de duas semanas, e o Sp. Covilhã inicia os trabalhos a 6 de julho; José Santos mantém-se como responsável pelo futebol profissional.
- O treinador Rui Mota permanece no cargo, ainda com contrato válido por mais um ano, e não há, neste momento, definição sobre alterações nesse aspeto.
Paulo da Cunha Ribeiro vai liderar o Sp. Covilhã na época 2026/27, após ser eleito para a nova comissão de gestão. A decisão ocorreu numa Assembleia Geral Extraordinária, realizada na noite de sexta-feira, com maioria expressiva.
No total, 65 votos foram emitidos. A Lista A, única a concurso, obteve 49 votos a favor, 15 contra e um voto em branco. Ribeiro assume o cargo numa fase desportiva e financeira menos favorável para o clube serrano.
Estrutura orçamental e objetivos
O novo coordenador sublinhou que o rigor orçamental é central. A meta é um orçamento realista, apresentado aos sócios em junho, mantendo aspirações de subida à Liga 3. O Sp. Covilhã pretende tranquilidade financeira e estabilidade para mobilizar a massa associativa.
Ribeiro revelou ainda que o orçamento para a temporada deverá ficar próximo de meio milhão de euros. O plantel deverá ficar praticamente fechado dentro de duas semanas, com foco na sustentabilidade desportiva.
Comissão e próximos passos
O treinador Rui Mota, que assegura a permanência na Liga 3, mantém-se no cargo, embora ainda não haja conclusão sobre o tema. O Sp. Covilhã inicia os trabalhos da nova época a 6 de julho.
José Santos continua responsável pelo futebol profissional, mantendo-se no cargo após a transição da comissão de gestão cessante. A direção eleita compromete-se a concluir o processo para os próximos três anos.
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