- Julen Lopetegui explicou, em entrevista ao AS, que deixou a seleção espanhola às portas do Mundial de 2018 ao assinar pelo Real Madrid, acrescentando que “às vezes acontecem coisas muito desagradáveis”.
- Actualmente a treinar o Qatar desde 2025, Lopetegui conseguiu apurar a equipa para o seu segundo Mundial, após o Qatar ter organizado o Mundial de 2022.
- O treinador de 59 anos diz que estar num Mundial com o Qatar é muito mais difícil e não descarta o desafio de chegar entre os favoritos.
- Sobre o favoritismo externo, afirma que esse rótulo vem de fora e que a equipa está entre o lote para vencer o Mundial de 2026.
- O Qatar integra o Grupo B do Mundial de 2026, com Canadá, Suíça e Bósnia, esperando jogos muito difíceis.
Julen Lopetegui explicou, em entrevista, o momento em que teve de deixar a seleção espanhola às portas do Mundial de 2018, após ter assinado pelo Real Madrid. O relato descreve que não foi possível manter o comando da La Roja devido às circunstâncias conhecidas publicamente. O selecionador descreveu o episódio como desagradável, sem detalhar mais.
Agora com o Qatar desde 2025, Lopetegui alcançou a qualificação da equipa para o seu segundo Mundial, após o país ter organizado o Mundial de 2022. O técnico de 59 anos afirma que disputar o Mundial com o Qatar é um desafio maior e que a experiência exige adaptação a um cenário inédito para ele.
Desafios e perspectivas
A escolha de Lopetegui de manter o foco no Mundial’2026 surge numa altura em que o Qatar entra no Grupo B, ao lado do Canadá, Suíça e Bósnia e Herzegovina. O treinador aponta dificuldades competitivas ante rivais com condições para serem favoritas.
Avaliação de favoritismo
O técnico refere que o rótulo de favorito vem de fora e está ligado a uma trajetória histórica. Mantém-se confiante na capacidade do Qatar competir ao mais alto nível, reconhecendo adversários com potencial para lutar pela vaga.
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