- O capitão da Escócia, Andy Robertson, dedicou a qualificação histórica para o Mundial ao avançado Diogo Jota, falecido num acidente de viação em julho de 2025, com quem jogou no Liverpool.
- A viúva de Diogo Jota, Rute Cardoso, escreveu uma carta aberta ao jogador, expressando gratidão e orgulho pela amizade entre os dois.
- Na carta, Rute recorda o sonho que ambos partilhavam de disputar um Mundial e afirma que Diogo estará com Robertson nos pensamentos e no coração.
- Robertson afirmou à FIFA ter ficado emocionado com a carta e disse ter tido a oportunidade de conhecer Rute e partilhar momentos com Diogo.
- A FIFA divulgou o momento em que Robertson leu a carta, destacando o gesto como reflexo da pessoa de Rute Cardoso.
Ao conquistar a histórica qualificação da Escócia para o Mundial de Futebol, o capitão da seleção, Andy Robertson, dedicou o feito ao amigo Diogo Jota, morto num acidente de viação em julho de 2025. O momento ocorreu no contexto da campanha de apuramento, marcando o sonho comum partilhado pelos dois jogadores, na altura ainda vivo no futebol de clubes.
Rute Cardoso, viúva de Diogo Jota, reagiu com uma carta aberta divulgada pela FIFA. Nessa mensagem, a família reforça a ligação entre Diogo e Robertson, destacando a amizade, os desafios partilhados e a ambição comum de chegar ao Mundial. A autora expressa gratidão, orgulho e o desejo de manter viva a memória do jogador.
A carta recorda ainda que o Mundial representava um sonho antigo para os dois, vivido com a mesma paixão que os levou a entrar em campo. Ao seguir para a competição, Robertson é visto como levando consigo o sonho do parceiro falecido, num gesto que a família descreve como fonte de força.
Em reação à divulgação, Robertson elogia a consideração da família, destacando que a carta revela a pessoa por detrás do gesto. O jogador sublinha a oportunidade de ter conhecido a viúva e de ter partilhado momentos especiais com Diogo Jota, reforçando o impacto emocional da mensagem.
Impacto emocional e contexto
A FIFA confirmou a divulgação da carta, destacando o seu valor simbólico para a relação entre o capitão escocês e o falecido avançado português. O episódio evidencia a força dos laços entre clubes, seleções e famílias no mundo do futebol durante eventos de grande projeção internacional.
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