- Lassana Diarra e a FIFA chegaram a acordo, resolvendo todas as disputas legais entre as duas partes sem qualquer indemnização a o ex-futebolista.
- A FIFA afirmou não reconhecer responsabilidade nem ter pago indemnização relacionada com o processo.
- O histórico envolve a saída do Lokomotiv Moscovo em 2014, suspensão de quinze meses e redução de indemnização de 20 milhões para 10,5 milhões de euros, além de avanços posteriores com o Marselha e o Paris Saint-Germain.
- Paralelamente, Diarra moveu ações contra a FIFA e a URBSFA, com o TJUE em 2024 a considerar contrárias algumas disposições de indemnização, levando a uma revisão em curso pela FIFA.
- O jogador belga Jean-Marc Bosman é citado como antecedente da jurisprudência europeia relevante para a matéria, associando-se à abertura de bloqueios e à reforma de regras de transferência.
Lassana Diarra e a FIFA chegaram a um acordo para encerrar todas as disputas legais entre as partes, sem pagamento de indemnização. A FIFA não reconhece responsabilidade nem efetuou qualquer pagamento, segundo fontes da agência AFP e da EFE.
O caso remonta a 2014, quando Diarra saiu do Lokomotiv Moscovo após desentendimento com o treinador Leonid Kuchuk. O clube alegou justa causa e recorreu à FIFA, após o médio recusar um corte salarial e faltar a treinos.
Em 2015, o TAS manteve a decisão que suspendeu Diarra por 15 meses e o obrigou a pagar 20 milhões de euros, valor depois reduzido para 10,5 milhões. O jogador foi alvo de propostas, incluindo o Charleroi, que acabou por não avançar.
Paralelamente, Diarra moveu ações contra a FIFA e a URBSFA, que foram dirigidas ao TJUE. Em 2024, o TJUE declarou inconstitucionais várias disposições do regulamento da FIFA sobre indemnizações por quebra de contrato, levando a uma reforma em curso.
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