- A seleção suíça treina em San Diego, preparando a estreia no Mundial frente ao Qatar, num centro de estágio rodeado por cobras.
- O Museu de História Natural de San Diego aponta quatro espécies venenosas na região, com zonas identificadas como “zona de cobras” no recinto de treino.
- Não é o único caso: a Noruega também está em estágio numa área perto de serpentes, em Greensboro, Carolina do Norte, onde as cabeças-de-cobre são comuns.
- A equipa suíça recebeu instruções para não provocar ou perturbar os animais, devido ao elevado risco que representam.
- O médio norueguês Kristian Thorstvedt admitiu que não ficou feliz ao saber da presença de cobras nas imediações do centro de treinos.
O centro de treinos da seleção suíça em San Diego, onde a equipa se prepara para a estreia no Mundial frente ao Qatar, está a enfrentar um desafio de biodiversidade: a presença de cobras na zona envolvente. As áreas identificadas pela Federação incluíram o balneário e a zona do guarda-redes, num raio de floresta que circunda o recinto. O Museu de História Natural de San Diego informa a existência de quatro espécies venenosas na região.
A Suíça não está isolada. Em Greensboro, na Carolina do Norte, a seleção da Noruega também treina numa área com serpentes, entre as quais a cabeça-de-cobre é comum, segundo o site oficial da cidade. O aviso difundido pelo clube local recomenda não provocar nem perturbar os animais.
Erling Haaland, referência da formação norueguesa, terá sido informado sobre a probabilidade de encontrar cobras nas imediações do centro de treinos. Em reação, um médio norueguês, Kristian Thorstvedt, confessou não ficar satisfeito com a notícia.
O atual contexto de adaptação às condições norte-americanas reforça a necessidade de precauções nas instalações. Autoridades locais e responsáveis pelos estágios asseguram medidas para evitar confrontos entre jogadores e cobras durante a preparação para o Mundial.
A notícia destaca ainda a relevância de informações sobre fauna local para equipas estrangeiras em estágio nos EUA. O foco permanece na segurança dos atletas enquanto prosseguem os treinos e a adaptação ao novo ambiente.
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