- Edson Farias, defesa brasileiro de 34 anos, disputou 31 jogos, marcou um golo e deu uma assistência na época da subida da Académica à 2.ª Liga.
- O objetivo foi alcançado e o jogador considera que a importância da promoção vai além do plano desportivo.
- Afirmou que a Académica faz falta ao futebol português e que precisa de Coimbra para ser forte, com a cidade e o clube a apoiarem-se mutuamente.
- Chegou a Coimbra numa fase em que o clube procurava sair de uma longa travessia sem subidas e sentiu o peso da história dos 24 anos sem promoção.
- Contudo, admite que não há decisão definida sobre o futuro, expressando o desejo de permanecer no clube, desde que haja acordo.
A Académica garantiu a subida à 2.ª Liga, com a defesa Edson Farias a ser uma das vozes da experiência no balneário. O brasileiro, de 34 anos, somou 31 jogos, um golo e uma assistência na campanha que abriu o regresso dos estudantes ao escalão profissional.
Farias afirmou que o objetivo foi alcançado e destacou a importância da vitória para o futebol nacional. O jogador sublinhou que a presença da Académica faz falta ao futebol português, defendendo que o clube e a cidade de Coimbra se fortalecem mutuamente.
Chegado a Coimbra numa fase em que o clube procurava terminar uma travessia de anos sem subidas, o defesa disse ter sentido rapidamente a responsabilidade do momento. Encarou o peso da história desde o primeiro dia.
Quanto ao futuro, o atleta explicou que ainda não há definição sobre a continuidade, mas deixou claro o desejo de permanecer ligado ao clube. A posição é de que a decisão deve ser tomada com calma, sem pressas.
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