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Benfica e Mário Branco apresentam queixa contra Gustavo Correia

Benfica e Mário Branco apresentam queixa disciplinar contra o árbitro Gustavo Correia, contestando o relatório e alegando que imagens do túnel contradizem a descrição

Polémica entre o árbitro e o Benfica
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  • Benfica e Mário Branco apresentaram uma participação disciplinar contra o árbitro da Associação de Futebol do Porto e um delegado da Liga, após a decisão de suspensão e multa aplicadas ao funcionário das águias.
  • O clube contesta fatos descritos no relatório final, afirmando que alguns não ocorreram.
  • Mário Branco admitiu ter dirigido insultos verbais a Gustavo Correia, dizendo “Filho da p…! Vocês são uns filhos da p…!”, mas o Benfica questiona a construção final do relatório.
  • O Benfica sustenta que as imagens do túnel, solicitadas no processo, demonstram que as descrições não correspondem à realidade.
  • A leitura aponta para o total de 25 dias de suspensão e 3.876 euros de multa, com o clube a considerar o árbitro Gustavo Correia e alguns delegados da Liga como perseguidores do Benfica.

Benfica e Mário Branco apresentaram uma queixa disciplinar contra o árbitro Gustavo Correia, da AF Porto, e contra um dos delegados da Liga que estiveram destacados no jogo. A medida surge depois da pena de 25 dias de suspensão e de uma multa de 3876 euros aplicada ao funcionário do clube, por palavras dirigidas ao árbitro no final da partida contra o Famalicão.

Segundo os protagonistas, o relatório final do processo contém factos que pretendem desmentir. Mário Branco admitiu, em sede de procedimento disciplinar, ter usado termos ofensivos dirigidos a Gustavo Correia, afirmando que proferiu “Filho da p…! Vocês são uns filhos da p…!”. As instâncias administrativas sustentaram o castigo com base nesses atos.

As águias contestam ainda descrições relativas a uma suposta impedimento de aproximação física de Branco ao árbitro, alegando que imagens do túnel, pedidas no decorrer da instrução, demonstram que não houve ameaça física. Com base nessas provas, o clube sustenta que a pena foi mal aplicada e que o relatório não reflecte a realidade dos acontecimentos.

O Benfica entende que o conjunto de situações indica uma atitude persecutória por parte de Gustavo Correia e de alguns delegados da Liga. O clube e o seu diretor-geral defendem que as imagens comprovam a versão apresentada, mantendo, assim, a posição de contestação ao veredito inicial.

Relativamente à sanção, o clube aponta que apenas foi acrescida uma diferença de cinco dias, somando aos 20 já aplicados pelo Conselho de Disciplina da FPF. O Benfica enfatiza que a fundamentação se apoiou no artigo 136.º, n.º 1, relativo à honra e reputação das estruturas desportivas, sem enquadrar-se em uma moldura de agressão.

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