- Um grupo de sócios do Clube de Ténis de São Miguel (CTSM), nos Açores, pediu a destituição da direcção, que vai a votos.
- Alegam decadência das infra-estruturas e o uso de 550 mil euros atribuídos para a modernização do clube.
- Acusam a actual gestão de má gestão e de potenciais conflitos de interesse.
- O presidente do clube refuta as críticas, defendendo o trabalho realizado.
- Os opositores são descritos pela direcção como oportunistas.
O Clube de Ténis de São Miguel, nos Açores, enfrenta uma crise interna após um grupo de sócios pedir a destituição da direcção, alegando decadência das instalações e o uso de 550 mil euros destinados à modernização.
A iniciativa de destituição foi apresentada por associados que contestam a gestão do clube, mencionando supostos casos de má gestão e potenciais conflitos de interesse. A contestação surge num momento de críticas ao estado das infraestruturas.
O actual presidente do CTSM rejeita as críticas, defendendo o trabalho realizado e afirmando que as intervenções beneficiarão a fundo o clube. O dirigente acusa ainda os opositores de oportunismo e de perseguir interesses pessoais.
Segundo as informações disponíveis, o processo de destituição deverá seguir para votação, mas ainda não foi divulgada data ou calendário formal. O clube não confirmouintervenções adicionais nem detalhes do procedimento.
A extensão do debate e as medidas em curso refletem a tensão entre a gestão vigente e a comunidade de sócios, que exige clareza sobre a utilização dos recursos e o futuro das instalações. O CTSM não revelou novos planos de obras ou prazos até ao momento.
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