- Mirra Andreeva, 19 anos, qualifica-se para a final de Roland-Garros, sendo a estreia numa final de Grand Slam.
- A jovem russa venceu Marta Kostyuk por 6-1, 6-3, mantendo apenas um break e tendo 66% de acerto no segundo serviço.
- Andreeva destacou a evolução da relação com a equipa técnica, liderada por Conchita Martínez, que lhe trouxe maior confiança.
- Maja Chwalinska, vinda do qualifying, torna-se a primeira tenista a chegar à final de Roland-Garros a partir do qualifying, depois de derrotar Diana Shnaider por 7-6 (7/4), 6-4.
- A polaca, que soma nove vitórias no torneio, sobe ao top 120; garantiu pelo menos 1,4 milhões de euros e teve uma meia-final marcada por ténis variado e apoio do público.
Mirra Andreeva chegou à final de Roland-Garros aos 19 anos, tornando-se a primeira favorita a disputar o título sábado. A jovem russa qualificou-se para a decisão, vencendo Marta Kostyuk por 6-1, 6-3, mantendo a sequência de vitórias que já vinha apresentando no torneio.
Andreeva já tinha mostrado capacidade de chegar longe em Grand Slams, com semifinais no próprio Roland-Garros em 2024 e bons resultados em Wimbledon e Australian Open. Integrante do top 10 mundial desde fevereiro de 2025, a atleta tem Conchita Martínez como treinadora, após mudanças na equipa técnica.
O desempenho da marcação de 19 vitórias seguidas de Kostyuk ficou marcado pela consistência ao serviço, com apenas um desapontante break cedido e 66% de aproveitamento no segundo serviço. A jogadora mostrou também qualidade defensiva ao longo do encontro.
Chwalinska, a surpresa vinda do qualifying
A segunda finalista é Maja Chwalinska, a primeira tenista oriunda do qualifying a chegar à final de Roland-Garros. Aos 24 anos, a polaca já somou vitórias importantes, subindo ao top 120 após vencer Diana Shnaider por 7-6 (7/4), 6-4 no penúltimo obstáculo.
Chwalinska demonstrou um ténis variado, com bolas profundas, efeitos, amorties e volei, conseguindo inverter o marcador no tie-break do encontro anterior. O apoio do público francês foi decisivo para manter a confiança da jogadora.
Desde o início do torneio, a polaca acumulou nove vitórias, derrotando adversárias do top 50 nas últimas jornadas. A subida no ranking, com projeção de alcançar o 21.º lugar, está acompanhada de prémios de 1,4 milhões de euros.
“Parece um sonho”, admitiu a jogadora, sem esconder o cansaço, mas mantendo o foco na competição de alto nível que envolve um Grand Slam.
Meias-finais e próximos compromissos
Na sexta-feira, realizam-se as meias-finais masculinas em Paris, com Zverev frente a Mensik às 13h30, e Cobolli frente a Arnaldi, a partir das 18h. As partidas definem os finalistas masculinos que também procuram o título em França.
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