- Iturralde González contradiz Didier Deschamps sobre o golo de Éder na final do Euro 2016.
- Deschamps afirmou, em entrevista ao Ouest-France, ter sido informado numa reunião da FIFA de que o golo de Éder poderia ter sido invalidado se o VAR tivesse existido.
- O golo de Éder garantiu a Portugal a vitória no Euro 2016 no Stade de France.
- A notícia destaca a divergência entre as duas fontes sobre a possível intervenção do VAR no lance.
O árbitro espanhol Iturralde González afirma que o golo de Portugal na final do Euro 2016 foi legal e nunca seria considerado jogada de VAR. A declaração contraria o que disse Didier Deschamps, seleccionador francês à época.
Deschamps sustentou, numa entrevista ao Ouest-France, que recebeu informação numa reunião da FIFA de que o golo de Éder teria sido invalidado na presença de VAR. A afirmação de Iturralde chega como contraprova aos argumentos do treinador francês.
Iturralde González, ex-árbitro da FIFA, explicou que o lance não violaria regras do jogo segundo o seu entendimento técnico. Alega ainda que não haveria razão para recorrer ao VAR naquele momento específico.
A final de 2016 decorreu no Stade de France, em Saint-Denis, na França, com Portugal a vencer após prolongamento. O tema permanece sensível para Deschamps, que admite ter ficado com a percepção de uma decisão controversa.
As declarações foram relatadas por imprensa francesa e portuguesa, com enfoque na leitura de regras e no papel do VAR no futebol moderno. O caso mantém-se em discussão entre especialistas, treinadores e adeptos.
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