- O Real Madrid enfrenta eleições no próximo domingo, dia 7, com Florentino Pérez e Enrique Riquelme na corrida à presidência.
- Florentino criticou o adversário em entrevista ao jornal espanhol La Razón, dizendo que há um “movimento estranho” a desestabilizar o clube.
- Acusou Riquelme de mentir sobre a sua vontade de vender o clube e descreveu as propostas do oponente como “um desastre”.
- Alegou que a estratégia de aumentar o número de sócios pode fazer o clube perder valor e tornar-se inútil.
- Após vinte e seis anos no Real Madrid, afirmou que, se sair, quer que o clube permaneça estável financeiramente e que, no final, será apenas um sócio.
O Real Madrid atravessa um período de indecisão à véspera das eleições, marcadas para este domingo 7. Florentino Pérez voltou a criticar o projeto apresentado por Enrique Riquelme, em entrevista à rádio La Razón, destacando questões que considera prejudiciais ao clube.
Pérez afirmou que existe um movimento estranho a tentar desestabilizar o Real Madrid e negou qualquer intenção de vender o clube. Voltou a criticar as propostas de Riquelme, catalogando-as como um desastre para a instituição.
O presidente actual do Real Madrid diz que a ideia de aumentar o número de sócios pode desvalorizar o clube e torná-lo menos eficaz. O governante afirmou ter colocado o seu património em risco para salvar o clube, ao ingressar na presidência.
Para Pérez, a gestão recente tem explicado dificuldades: na última época o clube não ganhou, houve lesões significativas e o Mundial de Clubes afetou a pré‑época, atrasando o planeamento e a recuperação de jogadores.
Eleito há 26 anos, Florentino Pérez sublinhou que, no futuro, pretende deixar o emblema financeiramente estável e, quando sair, afirma que será apenas mais um sócio do clube.
Entre na conversa da comunidade