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Liga dos Campeões: milhões continuam a marcar a diferença

PSG, com Luís Campos, investiu mais de €900 milhões; Arsenal ultrapassou €1 mil milhões com Arteta, evidenciando estratégias distintas de contratações

Vitinha (no centro) é o maestro do PSG
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  • O Paris Saint‑Germain, de Nasser Al‑Khelaifi, esperou 14 anos para conquistar a Champions, após mudar a política de contratações.
  • A primeira década da mudança de estratégia do clube envolveu um gasto superior a 1,3 mil milhões de euros em contratações.
  • A operação para mudar de rumo aconteceu com a aposta no português Luís Campos em 2022, sob pressão do Fair-Play Financeiro da UEFA e dos adeptos.
  • O Arsenal, sob comando de Mikel Arteta, ultrapassou a casa dos mil milhões de euros em contratações.
  • O texto contextualiza as diferentes dinâmicas de investimento de PSG e Arsenal no âmbito da Liga dos Campeões.

O Paris Saint-Germain (PSG), liderado por Nasser Al-Khelaifi, gastou mais de 900 milhões de euros em contratações desde que Luís Campos passou a gerir o planeamento desportivo. O montante surgiu numa fase de reconstrução do clube no sensitivity da Champions League.

Ainda assim, o Arsenal, orientado por Mikel Arteta, ultrapassou a barreira de 1 mil milhões de euros em investimentos na mesma época, atingindo um nível de despesa superior ao dos franceses. A comparação entre ambos clubes tem sido tema de debate entre comentadores e adeptos.

Contexto do PSG

O clube francês demorou 14 anos para vencer a Liga dos Campeões, tendo acabado por conquistar o título apenas após alterações estratégicas na gestão de contratações. A estratégia anterior visava o “pote de ouro” com reforços de alto valor, um caminho que não trouxe o sucesso desejado na Europa.

Motivações da mudança

A Qatar Sports Investments (QSI), proprietária do PSG, decidiu reformular o modelo de contratação em 2022. A mudança foi motivada pela pressão do Fair-Play Financeiro da UEFA e pela frustração de parte da massa adepta, que exigia resultados mais consistentes na Champions.

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