- O segundo jogo da final do campeonato nacional feminino de futsal, entre NunÁlvares e Benfica, foi interrompido por cerca de meia hora aos 4,19 minutos do segundo tempo, após desacatos entre jogadoras e adeptos.
- A intervenção ocorreu após Angélica Alves, do Benfica, ser expulsa por uma grande penalidade com a mão na área, origem de protestos e insultos de um espetador.
- Seguiu-se uma confrontação entre adeptos do NunÁlvares e do Benfica, levando as árbitras a ordenar o recolher das equipas aos balneários até restabelecer a ordem.
- Cinco pessoas teriam sido detidas pela Guarda Nacional Republicana (GNR) de Fafe, segundo a transmissão televisiva do Canal 11, informação não confirmada pela GNR junto de fontes oficiais.
- O Benfica venceu por quatro‑um, empatando a final a uma vitória para cada lado; o próximo jogo está marcado para sábado, 6 de junho, às 21:30, em Lisboa, com apontamentos para mais jogos em 13 e 20 de junho, se necessário.
O segundo jogo da final do campeonato nacional feminino de futsal, entre Nun’Álvares e Benfica, foi interrompido por desacatos que duraram cerca de 30 minutos. O incidente ocorreu aos 4,19 minutos do segundo tempo, após uma grande penalidade deixada pela expulsão de Angélica Alves, do Benfica, pela mão dentro da área.
A decisão de expulsão provocou protestos da jogadora e insultos de um espetador no sector do Nun’Álvares. Em resposta, outro adepto avançou desde o sector reservado às cores encarnadas, aumentando a confusão. O confronto envolveu várias jogadoras e exigiu a intervenção das árbitras para recolher as equipas aos balneários.
Detenções e desfecho
A transmissão do jogo, pela Canal 11, referiu detenções de cinco pessoas pela GNR de Fafe. A verificação junto do Comando Distrital de Braga e do Posto Territorial de Fafe ainda não tinha sido confirmada oficialmente à hora de esta matéria.
No final, o Benfica venceu por 4-1, igualando a final após a derrota no jogo inaugural, por 4-2. Paulo Tavares, treinador do Nun’Álvares, lamentou que a situação tenha acontecido com Angélica Alves a sair “de cabeça quente”, classificando o momento como uma enorme confusão.
O treinador do Benfica, Paulinho Roxo, recusou concordar com o incidente, afirmando que as emoções estavam à flor da pele numa final. Ressaltou que não houve policiamento, apenas segurança, e sugeriu que poderia haver maior presença de segurança no quarto jogo.
Amanhã, ambos os clubes repetem o confronto em Lisboa, às 21h30, para o terceiro encontro. A equipa de Fafe recebe de volta os jogos seguintes, com o quarto marcado para 13 de junho e, se necessário, o quinto em 20 de junho no recinto do Benfica.
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