- O presidente do FC Porto, André Villas-Boas, escreveu o editorial da edição de maio da Dragões, com foco no título de campeão de futebol sénior.
- O texto, intitulado Porto de Honra, recorda duas perdas irreparáveis no clube: Jorge Nuno Pinto da Costa e Jorge Costa.
- O FC Porto tornou-se campeão nacional pela 31.ª vez, destacando-se como o clube com mais títulos no futebol nacional.
- O editorial enfatiza a construção do título: união, disciplina, apoio da massa associativa e de toda a cidade, bem como o papel do treinador Francesco Farioli.
- O texto agradece à estrutura do clube e destaca Diogo Costa pela liderança e Froholdt pelos prémios de melhor jogador e de melhor jovem jogador.
André Villas-Boas escreveu o editorial da edição de maio da revista Dragões, dedicado ao FC Porto e ao título de campeão nacional de futebol sénior. O presidente dos azuis e brancos destaca o que a conquista representa para o clube e para o seu legado.
O texto, intitulado Porto de Honra, aponta o título como resultado de trabalho, método e ambição, sem atalhos. Villas-Boas recorda dois grandes nomes ligados ao clube, que diz serem dores que não se apagam.
O editorial afirma que o 31.º título nacional coloca o FC Porto como o clube com mais títulos no futebol nacional, uma marca associada a factos, não a contas criativas. O texto descreve a temporada como uma construção coletiva, com união e disciplina no balneário.
Villas-Boas sublinha o papel da massa adepta e da cidade, que apoiaram o clube em todos os momentos. O presidente elogia a direção, o staff e o enquadramento institucional que permitiu chegar ao título com firmeza.
O texto faz referência aos falecidos Jorge Nuno Pinto da Costa e Jorge Costa, descrevendo-os como pilares do clube. Pinto da Costa é descrito como uma figura que elevou o FC Porto, enquanto Jorge Costa é reconhecido como capitão e símbolo.
Segundo o editorial, o FC Porto mudou de uma época para outra e o grupo atual tirou proveito da ambição e da exigência, com jogadores que chegaram e entenderam a missão. Francesco Farioli é destacado pela integração e pela liderança.
O treinador italiano é apontado como parte fundamental do sucesso, mantendo o ADN do clube e inspirando o plantel. O editorial ressalta que o campeonato tem a marca coletiva do grupo, bem como a influência de Farioli no foco e na crença.
A peça também agradece a equipa alargada do clube, incluindo departamentos de administração, direção, scouting, formação, áreas médicas, performance e logística. O texto enfatiza o trabalho de fundo que sustenta as vitórias.
Duas festas foram organizadas para celebrar o título: uma no Dragão, frente ao Alverca, com um momento simbólico da bandeira de Jorge Costa; e outra nos Aliados, para a cidade e a região. O editorial descreve-as como momentos de união entre clube e pessoas.
Conclui reconhecendo o contributo de Diogo Costa pela liderança da equipa e de Victor Froholdt, distinguido como jogador e jovem jogador do campeonato. A leitura reforça a ideia de que o sucesso resulta de uma estrutura integrada e de uma liderança coesa.
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