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Xico Andebol critica custos de apuramento para a fase final do nacional sub-16

Xico Andebol contesta taxa de 400 euros por clube para a fase final do nacional de sub-16, questionando custos e utilidade pública do desporto

A equipa de sub-16 do Xico Andebol vai lutar pelo título de campeã nacional
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  • O Xico Andebol critica o custo de 400 euros que os 16 clubes participantes têm de pagar para a fase final do nacional de sub-16, em Lagoa (Algarve), de 11 a 14 de junho.
  • A equipa vimaranense qualificou-se para a fase final, mas o presidente Mauro Fernandes questiona a despesa, afirmando que o mérito desportivo já assegura a competição.
  • Segundo o dirigente, há necessidade de atravessar o país, dormir em salas de aula e fazer refeições em cantinas, com apoios municipais e verbas significativas, levantando dúvidas sobre o papel do Estado e das federações.
  • A Federação Portuguesa de Andebol indica que os 400 euros não sofrem alterações há quatro anos e correspondem aos custos de organização para uma comitiva de cerca de 21 pessoas.
  • A notícia acrescenta que, apesar de alguns clubes terem três graus de certificação, as inscrições dos atletas são pagas até ao escalão de sub-18 no início da época.

O Xico Andebol criticou os custos associados ao apuramento para a fase final do nacional de sub-16 masculino. Nesta fase final, a decorrer em Lagoa, Algarve, entre 11 e 14 de junho, cada um dos 16 clubes participantes tem de pagar uma taxa de inscrição de 400 euros.

A equipa de sub-16 do Xico Andebol garantiu a presença na fase final disputada no Algarve, após mérito desportivo. O presidente do clube vimaranense, Mauro Fernandes, utilizou uma nota publicada nas redes sociais para defender que o valor é excessivo para clubes de formação, que já suportam outros custos.

Segundo o dirigente, o custo inclui a participação na prova nacional conquistada no campo e envolve deslocações, estadias e refeições fornecidas pelos municípios organizadores, além de verbas de apoio financeiro. Fernandes questionou onde fica o papel do Estado e das federações na promoção do desporto de base.

A Federação Portuguesa de Andebol confirmou ao JN que os 400 euros não sofreram alterações nos quatro últimos anos. O montante, dividido por 21 elementos da comitiva ao longo de quatro dias, representa cerca de 4,76 euros por pessoa por dia. A galeria de custos cobre também a organização do evento.

O Xico Andebol explica que, além das inscrições, os clubes com maior certificação têm diversas despesas, nomeadamente com as comissões técnicas, seguros e custos operacionais. O presidente reforça que os custos recaem sobre clubes de formação, que já enfrentam limitações financeiras sem os mesmos recursos dos grandes emblemas. A gestão financeira do clube é apresentada como preocupação central na discussão.

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