- André Villas‑Boas afirmou que Frederico Varandas lhe dá muito trabalho e que há uma animosidade entre ambos; disse que não confia nele, ao passo que Rui Costa é visto como digno e líder do Benfica, rival histórico do FC Porto.
- O comandante portista revelou que, apesar de conflitos, existe alinhamento com Rui Costa em alguns temas, nomeadamente na centralização dos direitos televisivos, e pediu desculpa pela forma como tratou o dirigente do Benfica.
- O FC Porto anunciou a renovação de Oskar Pietuszewski até 2031, mantendo a cláusula de rescisão nos 60 milhões de euros.
- Villas‑Boas disse que a centralização dos direitos de televisão, proposta por Nacional e Marítimo, pode ir para tribunal caso seja aprovada.
- Sobre o plantel, confirmou que Diogo Costa pode ter convites mas pretende manter o guarda‑redes; Samu deve regressar em outubro e fique em novembro a 100%; o clube procura um ponta de lança, com Jakob Ambaek (Brøndby) apontado, e não acionou ainda a compra de Moffi.
André Villas-Boas descreve a relação entre os presidentes como num ponto de rotura. Diz que Frederico Varandas gera grande animosidade e que não confia nele, ao passo que Rui Costa é considerado um senhor do futebol e um dos grandes talentos do país. O conflito entre Sporting e FC Porto é citado como evidente.
O técnico revela que há ataques pessoais por parte de Varandas e que não pode tolerar. Em temas profissionais, admite alinhamentos possíveis, sobretudo na centralização dos direitos televisivos, onde pode existir cooperação entre clubes rivais face ao interesse comum.
Villas-Boas pediu ainda desculpa pela forma como tratou Rui Costa, reconhecendo que houve desentendimentos durante a época. Afirmou que o Benfica continua a ser o maior rival histórico do FC Porto e que existe uma comunicação direta com o presidente encarnado.
Novidades contratuais e planeamento
O FC Porto anunciou a renovação de contrato de Oskar Pietuszewski até 2031, mantendo a cláusula de 60 milhões de euros. O jogador completou 18 anos recentemente.
A possibilidade de centralização dos direitos de TV ainda pode ir a tribunal, caso avance sem acordo entre clubes.
Diogo Costa continua valorizado, com desejo de manter o guarda-redes no plantel, e pretende que Sami possa regressar a 100% apenas em novembro.
Quanto ao ataque, o Porto planeia contratar um ponta de lança. A saída de De Jong e a não ativação da cláusula de compra de Moffi exigem reforços, incluindo um avançado mais móvel para equilibrar o plantel. A imprensa aponta Jakob Ambaek como hipótese, com custo próximo de 12 milhões de euros.
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