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Proença e jogadores de Jorge Mendes dizem que interesses económicos não entram na seleção

Pedro Proença nega influência de interesses económicos na seleção; afirma que as escolhas são técnicas e baseadas no mérito desportivo

Pedro Proença, presidente da FPF
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  • Pedro Proença, presidente da Federação Portuguesa de Futebol, participou na Conferência Bola Branca e abordou a convocatória para o Mundial de 2026, na qual 19 jogadores são agenciados por Jorge Mendes.
  • Garantiu que não existem interesses económicos a influenciar a seleção; afirmou que as decisões são técnicas.
  • Afirmou que a seleção conta com melhores jogadores, melhores técnicos, melhores árbitros e que os melhores agentes atuam no país.
  • Explicou que o agenciamento acontece dentro do que são os melhores jogadores e que, à porta da Cidade do Futebol, entra apenas o mérito desportivo.
  • Reforçou que não existem influências externas nas escolhas do treinador Martínez e que a Federação não intervém nas decisões técnicas.

Pedro Proença, presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), participou na Conferência Bola Branca, na quinta-feira, para falar sobre a convocatória final para o Mundial de 2026. O tema em discussão foi o elevado número de jogadores agenciados por Jorge Mendes que constam na lista.

O dirigente sustenta que não existem interesses económicos na seleção. Afirmou que as decisões são técnicas e que o mérito desportivo prevalece na convocação, destacando que o que entra pela Cidade do Futebol é o rendimento desportivo.

Proença reiterou que não há influências externas nas escolhas de Martínez e que o presidente da FPF não intervém nas decisões técnicas. Concluiu que a gestão do plantel se baseia exclusivamente em critérios desportivos.

Contexto e reações

O presidente afirma que o agenciamento ocorre dentro dos melhores jogadores disponíveis, alinhado com o desempenho observado. A sexta-feira marca o início de discutir o equilíbrio entre representatividade de agentes e mérito técnico da equipa.

Segundo direito de resposta, a avaliação continua a depender do desempenho dos atletas e da observação contínua de técnicos e dirigentes, mantendo a linha de não interferência direta na seleção.

Fonte: JN

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