- Guilherme Muller, diretor-geral do Benfica Campus, participou na conferência Bola Branca da Rádio Renascença para falar sobre a formação no Seixal.
- Disse haver muito talento no Seixal e que a qualidade da formação deve valorizar-se, tal como a cortiça e o vinho.
- Reforçou a evolução da formação nos últimos quastros anos, com maior integração de jovens na equipa A e retorno desportivo e financeiro.
- Sobre retenção de talentos, explicou que o mercado português obriga a vender para sustentar projetos, mas o Benfica forma para chegar à equipa A, tentando manter a maioria na equipa B no fim do processo.
- Reconheceu que muitos jovens têm talento e idade muito jovem, com oportunidade de rapidamente se tornarem visíveis no futuro.
Na conferência Bola Branca da Rádio Renascença, realizada esta quinta-feira, Guilherme Muller, diretor-geral do Benfica Campus, destacou o talento no Seixal e a necessidade de valorizar o produto formativo.
O dirigente lembrou a evolução da formação do Benfica nos últimos 15 anos, com maior integração de jovens na equipa A e uma taxa de aproveitamento acima da média entre os concorrentes europeus.
Sobre retenção de talentos, Muller explicou que o mercado português exige venda para financiar projetos, mas o Benfica forma para chegar à equipa A e, sempre que possível, manter os players no fim do percurso na equipa B.
Questionado sobre quem pode subir às manchetes em breve, admitiu que há muitos jogadores jovens com talento e estímulos intensos, que podem ter oportunidades num curto espaço de tempo.
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