- Ramón Calderón, presidente do Real Madrid entre 2006 e 2009, criticou publicamente Florentino Pérez nesta quarta-feira via X.
- As críticas ocorreram durante a apresentação da candidatura de Pérez às eleições do clube, marcadas para 7 de junho.
- Calderón recordó que regressou ao clube em 2009 para defender os valores do Real Madrid, afastando quem procurava explorar o clube.
- O ex-presidente do Real Madrid afirmou que Pérez tem comentários que o vão obrigar a lembrar de «coisas» que não o vão agradar.
- Calderón qualificou ainda a intervenção de Pérez como constrangedora, acusando-o de incitar os sócios a votar de forma agressiva.
Ramón Calderón, antigo presidente do Real Madrid entre 2006 e 2009, recorreu às redes sociais para comentar as declarações de Florentino Pérez durante a apresentação da candidatura deste último às eleições do clube, marcadas para 7 de junho. As mensagens foram partilhadas na rede X nesta quarta-feira.
Calderón afirma ter voltado, em 2009, ao Santiago Bernabéu para defender os valores do clube face a quem pretendia aproveitá-los, numa intervenção que o ex-dirigente considera hostil. As publicações sugerem que a crítica dirigida a Pérez ganhou contornos de confronto público.
Segundo o ex-presidente, as palavras de Pérez foram usadas para atacar adversários, sem que o projeto apresentado oferecesse propostas de maior relevância. Calderón descreve a situação como vergonosa para o Real Madrid e indica que a liderança atual demonstra falta de consistência confrontada com o passado recente do clube.
Reação e Contexto
As declarações de Calderón surgem no âmbito da apresentação da candidatura de Pérez às próximas eleições do Real Madrid, com foco na disputa interna entre diferentes facções do clube. O tema central passa pela avaliação de valores, gestão e estratégia para o futuro desportivo e institucional do clube, sem induzir ao voto ou à participação direta dos sócios.
A partir das publicações, não há confirmação de outras reação oficiais por parte dos órgãos do Real Madrid. O processo eleitoral está a exigir acompanhamento para confirmar datas, candidaturas adicionais e propostas formais apresentadas pela direção atual e concorrentes.
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