- A Liga vai realizar uma assembleia geral no próximo mês para aprovar a centralização dos direitos televisivos para o quadriénio 2028-2032.
- O Benfica tem mostrado resistência a um modelo que lhe retire receita com os jogos em casa.
- Mesmo com valores estimados na casa dos 250 milhões de euros por época, a distribuição pode não agradar a todos os clubes.
- O Nacional, após um estudo baseado na classificação da época 2024/25, avançou com uma alternativa à proposta da Liga, com apoio do Marítimo.
- A iniciativa Madeirense difere da posição da Liga e pretende alterar a chave de repartição dos rendimentos.
No próximo mês, a Liga vai realizar uma assembleia geral para discutir a centralização dos direitos televisivos para o quadriénio 2028-2032. A posição do Benfica tem sido de resistência a um modelo que reduza a autonomia de receitas da equipa.
A discussão envolve a distribuição dos 250 milhões de euros por época que se discute existir nos critérios de repartição apresentados pela Liga. O desenrolar do processo pode provocar desavenças entre clubes com interesses distintos.
Enquanto alguns clubes aguardam detalhes oficiais sobre as propostas, o Nacional apresentou uma alternativa ao modelo em vigor. A ideia do Nacional surge depois de um estudo com base na classificação alcançada na época 2024/25.
A reserva do Nacional tem o apoio do Marítimo, segundo o próprio clube vizinho. A proposta visa alterar a fórmula de partilha, procurando distribuir de forma diferente os rendimentos gerados pelos direitos televisivos.
Proposta do Nacional
O Nacional defende um modelo alternativo de repartição, alinhado com a avaliação do desempenho desportivo recente. A manobra pretende evitar desequilíbrios que, na visão do clube, possam prejudicar equipas com menor poder financeiro.
A polémica tem origem na necessidade de equilibrar rendimentos entre clubes de maior e menor expressão. A Assembleia Geral da Liga pode confirmar ou rejeitar, numa altura de grande expectativa entre os adeptos.
A posição de Benfica, Nacional e Marítimo condiciona o debate público, com impactos potenciais no modelo de financiamento a médio prazo. O desfecho depende de novas apresentações e de consenso entre as partes envolvidas.
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