- A advogada Martha Gens afirma que em Portugal há milhares de adeptos que frequentam os estádios.
- Diz que as leis continuam a ser criadas para uma minoria de 2% a 3% da população.
- Lamenta que as instituições julguem quem vai aos estádios por essa “franca minoria”.
- Assinala que a maioria dos adeptos é responsável e que a presença nos estádios é normal e saudável.
- Defende que as leis devem refletir a realidade dos adeptos e valorizar o papel do desporto na cultura e na economia.
Martha Gens, advogada, reconheceu que, em Portugal, milhares de adeptos frequentam os estádios, mas as leis continuam a ser desenhadas para uma minoria de 2% a 3% da população. Acritou que é necessário considerar a realidade dos fãs ao definir normas que regem a presença desportiva.
A advogada lamentou que instituições ajam de forma a julgar quem vai aos estádios por uma franja pequena da população, sem refletir a conduta majoritária dos fãs. Enfatizou que a maior parte dos adeptos é responsável e que a presença nos estádios deve ser encarada como atividade normal e saudável.
Martha Gens defendeu que as regras devem ser ajustadas à prática real dos adeptos, evitando penalizar quem frequenta eventos desportivos de forma responsável. Reforçou a importância de valorizar o desporto e o papel dos adeptos na cultura e na economia do país.
Contexto
- A advogada sustenta que alterações legislativas devem acompanhar a realidade dos fãs, não apenas a perceção de setores mais radicais ou minoritários.
- A posição surge num momento de debate sobre regras de segurança, comportamentos nos estádios e mecanismos de avaliação de risco para grandes eventos desportivos.
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