- Martha Gens é presidente da APDA há cerca de 10 anos, motivada a melhorar o ambiente do futebol e a defender os direitos dos adeptos.
- A APDA foi criada há 10 anos para representar os interesses dos adeptos e promover um ambiente mais justo nos estádios.
- A instituição é uma das fundadoras da Football Supporters Europe, contribuindo para os direitos dos adeptos a nível europeu.
- Desafios atuais incluem garantir direitos, tornar os estádios ambientes seguros, combater a violência e promover inclusão e respeito.
- Aos adeptos, Gens deixa a mensagem de que a voz deles deve ser ouvida e que a APDA está ao lado para promover convivência saudável e respeito no futebol.
Martha Gens, presidente da Associação Portuguesa de Defesa do Adepto (APDA), lidera o organismo há cerca de dez anos. A motivação para assumir o cargo foi melhorar o ambiente do futebol, defendendo os direitos dos adeptos e promovendo a convivência entre os diversos agentes do desporto.
A APDA nasceu há uma década para representar os interesses dos adeptos e contribuir para um cenário mais justo nos estádios. Desde então, a instituição tem trabajado para melhorar a relação entre clubes, adeptos e entidades reguladoras.
A APDA integrou a Football Supporters Europe (FSE) como uma das associações fundadoras, permitindo a troca de boas práticas e a defesa dos direitos dos adeptos a nível europeu. A participação visa também melhorar o ambiente no futebol europeu.
Desafios atuais
Um dos principais desafios é assegurar que os direitos dos adeptos sejam respeitados e que os estádios sejam ambientes seguros e acolhedores. Combater a violência e promover a cultura de paz no futebol também está entre as prioridades da APDA.
Outra prioridade passa pela implementação de medidas de inclusão e de respeito por todas as pessoas, contribuindo para uma experiência mais positiva nos estádios e eventos desportivos.
Mensagem aos adeptos
Gens sublinha que os adeptos são a alma do futebol e que a voz deles deve ser ouvida. A APDA posiciona-se ao lado dos adeptos para defender direitos e promover convivência saudável, destacando que o futebol pode manter-se como espaço de alegria, paixão e respeito.
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