- Martha Gens, 41 anos, é há dez anos o rosto da Associação Portuguesa de Defesa do Adepto.
- Em entrevista à Record, a advogada critica as ZCEAP, comparando-as a gaiolas.
- Gens afirma que as instituições julgam quem vai aos estádios por uma franca minoria.
- A entrevista aborda que o álcool nos estádios não é prioridade para a associação.
- A matéria foi publicada pela Record, com base no que diz respeito à defesa dos adeptos.
Martha Gens, de 41 anos, é há uma década a rosto da Associação Portuguesa de Defesa do Adepto. Em entrevista publicada pela Record, a advogada critica as ZCEAP, comparando-as a gaiolas e lamentando que as instituições julguem quem frequenta estádios como parte de uma franca minoria.
Segundo Gens, as medidas aplicadas às zonas de controlo de acesso não correspondem às necessidades dos adeptos e contribuem para uma visão estigmatizante. A dirigente reforça que a avaliação das situações nos estádios não deve simplificar o público.
Além disso, a ativista esclarece que, para a associação, questões como o consumo de álcool nos estádios não constituem prioridade prioritária. A abordagem atual, diz, não resolve problemas de fundo relacionados com a mobilidade e a segurança dos espectadores.
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