- Martha Gens, responsável pela Associação Portuguesa de Defesa do Adepto, afirma que a organização é “uma pedra no sapato” para ouvir pelos órgãos competentes.
- A missão é defender os direitos dos adeptos e promover um ambiente mais seguro nos estádios de Portugal.
- A associação tem ganho força e reconhecimento, influenciando políticas de segurança e organização em eventos desportivos.
- Estabelece parcerias com entidades públicas e privadas para melhorar a segurança e o bem-estar dos adeptos, para que possam assistir aos jogos com tranquilidade e sem discriminações.
- Realça a importância de sensibilizar clubes e autoridades para um ambiente mais acolhedor, com maior entendimento e diálogo entre as partes.
A responsável pela Associação Portuguesa de Defesa do Adepto, Martha Gens, explicou à Record que a sua organização atua como um “pedra no sapato” para ser ouvida pelos órgãos competentes. O objetivo é defender os direitos dos adeptos e promover um ambiente mais seguro nos estádios do país.
Gens afirmou que a força atual da associação tem permitido influenciar políticas de segurança e organização em eventos desportivos. A ADN tem vindo a ganhar reconhecimento ao longo do tempo, fortalecendo o papel dos adeptos na gestão de erros e falhas.
A responsável revelou que a APADE tem constituído parcerias com entidades públicas e privadas para melhorar as condições de segurança e bem-estar dos adeptos. O foco é permitir a visualização dos jogos com tranquilidade e sem receio de incidentes ou discriminações.
Parcerias e objetivos
A dirigente sublinhou a importância de sensibilizar clubes e autoridades para um ambiente mais acolhedor e inclusivo. A mudança, explicou, depende do diálogo entre todas as partes envolvidas, com foco na segurança e no respeito pelos fãs. O vídeo da entrevista está disponível para consulta.
Entre na conversa da comunidade