- António Simões pediu inspiração a Roberto Martínez e à seleção de Portugal para fazer melhor do que em 1966, na inauguração da exposição “Portugal no topo do Mundo”.
- Em Inglaterra de 1966, Portugal ficou em terceiro lugar na estreia em Mundiais, a melhor classificação até hoje.
- Simões, um dos quatro magriços vivos, afirmou que os jogadores não precisam de mais dinheiro, mas de perceber que podem acrescentar glória ao serviço ao país.
- O antigo jogador mostrou expectativas altas, porém realistas, para o Mundial de 2026 e elogiou o discurso de Martínez sobre ser candidato, não favorito.
- A exposição foi aplaudida pelo papel histórico dos magriços, com o presidente da Federação Portuguesa de Futebol a enfatizar a ligação entre seleção e povo e a necessidade de olhar para o futuro com ambição.
António Simões, antigo jogador da seleção portuguesa, pediu hoje inspiração a Roberto Martínez e à equipa nacional para superar o que aconteceu em 1966. O apelo surgiu na inauguração da exposição Portugal no topo do Mundo, em Oeiras, no âmbito dos 60 anos da CNID.
Na cerimónia, Simões salientou que, no Mundial de Inglaterra em 1966, Portugal ficou em terceiro lugar, a melhor classificação na história da equipa. O ex-jogador do Benfica integra o grupo de quatro magriços vivos, partilhando o palco com José Augusto, Hilário e Lourenço.
O objetivo do apelo foi claro: os atuais jogadores devem compreender que podem acrescentar mais glória ao país através do serviço ao país, não apenas pelo dinheiro. Simões enfatizou que saber jogar é importante, mas o espírito de serviço é essencial.
Magriços vivos e legado
Simões elogiou a geração que fez história no Mundial de 1966, destacando a relação entre a seleção e o povo português. O emblema da CNID premiou Martínez pela gestão da equipa e pela ambição de furtar favoritismo, mantendo o foco na classificação.
O veterano reforçou que Portugal pode ser candidato a vencer, sem assumir a posição de favorito absoluto, conforme o treinador mostrou realismo na abordagem. A plateia contou com Simões, José Augusto e Hilário, que acompanhou a sessão.
O Mundial 2026 e as expectativas
Simões disse ter expectativas altas, porém realistas, para o próximo Mundial. Teme que os convocados já tenham demonstrado qualidades suficientes para alcançar novos objetivos, mantendo o respeito pelo passado.
O presidente da Federação Portuguesa de Futebol destacou que o legado dos magriços fortalece a relação entre a seleção e o povo. Afirmou que o passado serve de alicerce para o presente, com ambição de alcançar vitórias futuras.
Exposição e reconhecimento histórico
A exposição foi apresentada como uma oportunidade de manter memória e identidade vincadas ao futebol nacional. Simões considerou-a importante para as novas gerações conhecerem a história e para manter vivo o respeito pelos talentos de 1966.
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