- Rodrigo Mora entrou na época com dúvidas após adiar o sonho de vestir a camisola 10 do FC Porto.
- A transferência milionária para o Al Ittihad caiu, com promessas nunca chegando aos valores desejados.
- No arranque competitivo, Mora entrou a entrar no banco de suplentes, contrastando com o protagonismo anterior.
- Francesco Farioli garantiu que Mora teria oportunidades ao longo da época.
- Terminou a época como campeão nacional e ganhou dimensão coletiva, tornando-se mais completo.
Rodrigo Mora entrou na época com mais dúvidas do que certezas. O sonho de vestir a camisola 10 do FC Porto ficou adiado, enquanto o contexto à volta do jogador mudou rapidamente.
A transferência milionária para o Al Ittihad caiu por terra, depois de promessas que não se concretizaram nos valores pretendidos. Ainda assim, Mora manteve o foco e enfrentou o arranque competitivo, com um início no banco de suplentes.
Apesar do acesso a novos obstáculos, o técnico Francesco Farioli garantiu que Mora teria oportunidades, e o jogador aproveitou a temporada para evoluir. Ao longo do ano, cresceu em dimensão coletiva e mostrou-se mais completo.
No fim, Mora terminou a época como campeão nacional, tendo vivido uma transformação que o afastou de um rótulo de promessa para um contributo sólido da equipa.
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