- Afonso Eulálio perdeu a camisola rosa para Jonas Vingegaard, após nove dias na liderança, mantendo o 2.º lugar na classificação geral.
- O objetivo manteve-se firme: lutar até ao fim pela camisola branca (juvenil) e pelo top 10.
- A subida final foi dura; ficou para trás aos 8,7 km do fim, mas a equipa manteve o apoio para continuar a lutar.
- Damiano Caruso, aos 38 anos, encerra a carreira no Giro e, como braço direito de Eulálio, diz que é uma honra ajudá-lo, prevendo ainda montanha pela frente.
- Aguarda-se um próximo estágio com menos contrarrelógio, incluindo uma breve cruzeira antes de avançar rumo à meta.
Afonso Eulálio perdeu a camisola rosa após nove dias na liderança da Volta a Itália. O português da Bahrain seguia na frente, mas cedeu-a a Jonas Vingegaard, da Visma. Mesmo assim, o ciclista português mantém o objetivo de lutar até ao fim pela posição de honra no top 10.
O afastamento aconteceu numa etapa marcada por uma subida exigente, onde Eulálio ficou para trás a cerca de 8,7 km do final. A equipa portuguesa manteve a confiança ao longo dos dias e o líder disse estar preparado para continuar a dar tudo até à meta, em reconhecimento do esforço colectivo.
Para já, o objetivo passa pela camisola branca, que distingue o melhor jovem, e pela posição top 10 na geral. O ciclista afirmou esperar dias menos duros pela frente, incluindo o dia de repouso que oferece uma oportunidade para uma recuperação mais tranquila.
A atual relação de Damiano Caruso
No final da temporada, Damiano Caruso, aos 38 anos, encerra a carreira com um palmarés significativo, que inclui o segundo lugar na Volta de 2021. No Giro deste ano, Caruso funciona como braço direito de Eulálio, destacando-se pela ajuda prestada e pela satisfação de acompanhar o jovem talento.
Caruso afirma viver uma experiência atípica e mostra-se realizado por defender a camisola rosa, num papel diferente para o último Giro. O italiano acrescenta que ainda há montanha pela frente e resta saber se Eulálio terá pernas para manter a luta pela juventude.
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