- O selecionador Roberto Martínez diz que, no Mundial, não há seleção que chegue como favorita e que a história pesa contra a equipa.
- Sublinham que as seleções enfrentam desafios e precisam do torneio para evoluir e formar uma equipa capaz de vencer.
- Destaca a importância de acreditar que se pode ganhar, referindo gerações que já o fizeram (França, Espanha, Inglaterra, Brasil, Argentina).
- Alega que vencer a Liga das Nações foi muito difícil e, com o grupo atual, a equipa é candidata natural com responsabilidade.
- Martínez menciona a reação dos jogadores às notícias sobre a sua possível saída, reagindo ao tema de forma consciente.
Roberto Martínez insistiu na importância do momento que vive a seleção, diante das notícias sobre a sua possível saída e da capa do Record que gerou debate entre adeptos. O selecionador destacou a reação dos jogadores, que continuam focados no Mundial.
O técnico afirmou que nenhuma equipa chega ao Mundial como favorita, mesmo com a experiência de gerações que já conquistaram taças. Para ele, o objetivo é crescer durante o torneio e manter o foco no que é essencial para o grupo.
Martínez realçou ainda que ganhar a Liga das Nações foi decisivo para o grupo, atribuindo-lhe valor estratégico para enfrentar o Mundial com responsabilidade. O objetivo permanece construir uma equipa capaz de competir de igual para igual.
Contexto e reação da equipa
A entrevista, publicada após as notícias sobre a possível saída, evidencia o clima entre jogadores, que, segundo o técnico, mantêm a confiança e o compromisso com o projeto. O pano de fundo é a preparação para o campeonato mundial.
O seleccionador sublinhou que o foco está em evoluir, superar os desafios iniciais e manter a disciplina tática. A conversa reforça a ideia de que o processo de construção da equipa continua, independentemente de rumores.
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