- A Metro do Porto quer demolir os edifícios remanescentes do antigo Estádio Vidal Pinheiro, antiga casa do Salgueiros, e parte da bancada nascente, segundo um procedimento consultado pela Lusa.
- O objetivo da empreitada, orçada em 100 mil euros, é a demolição de bancadas e edifícios, com remoção de resíduos e contentores, limpeza e desmatamento do espaço.
- A intervenção prevê demolir totalmente os edifícios existentes, exceto as fundações subterrâneas e lajes de pavimento do piso térreo, removendo ladrilhos e acabamentos para deixar apenas betão à vista.
- A bancada nascente terá apenas a parte superior demolida, mantendo os degraus inferiores que servem de contenção de terras; há também um edifício no topo poente que deve ser demolido.
- Em redor do campo, devem ser removidas as redes de vedação, os prumos e o muro sul de about a um metro de altura; o terreno permanece propriedade da Metro do Porto e a empresa não revelou ainda motivos, projeto ou intenções de alienação.
A Metro do Porto pretende demolir os edifícios que restam do antigo estádio Vidal Pinheiro, antigo reduto do Salgueiros, bem como parte da bancada nascente. O procedimento, consultado pela Lusa, aponta para uma adjudicação de cerca de 100 mil euros para a obra.
Segundo os documentos, a intervenção abrange a demolição das bancadas e edifícios do antigo estádio, com remoção de resíduos e contentores, limpeza e desmatação do espaço. A demolição inclui apenas as fundações subterrâneas e a laje do piso térreo não serão retiradas.
A bancada nascente deverá ter apenas a parte superior demolida, mantendo-se os degraus inferiores que suportam o terreno. Além disso, está prevista a demolição de um edifício no topo poente do terreno e de um outro edifício junto à bancada. No interior do complexo, devem ser removidas as redes de vedação, os respetivos prumos e o muro sul com cerca de um metro.
Detalhes da intervenção
O Salgueiros não possui recinto próprio desde 2006, quando o Estádio Engenheiro Vidal Pinheiro foi demolido para dar lugar a uma estação de metro. Os terrenos continuam a pertencer à Metro do Porto, que detém a propriedade. A Lusa questionou a empresa sobre os motivos da demolição, se há projeto para o local ou se há intenção de alienar os terrenos, e aguarda resposta.
Entre na conversa da comunidade