- Roberto Martínez afirma que a situação de António Silva no Euro foi um acidente e não tem peso na decisão atual.
- António Silva jogou seis minutos na fase de apuramento para o Mundial, não tendo sido opção frequente.
- A selecção aposta em quatro centrais, escolhidos entre cinco utilizados na Liga das Nações e no apuramento para o Mundial.
- A escolha de Tomás Araújo deveu-se a características individuais, conforme o treinador.
- O foco passa por perceber quais centrais ajudam mais a equipa a enfrentar Congo, Uzbequistão e Colômbia.
António Silva surge como foco da Portugal no Euro, mas o selecionador Roberto Martínez indica que a situação criada à volta do defesa foi um acidente e não terá peso no presente. O foco é a preparação para o torneio.
A escolha de Tomás Araújo para o tecido defensivo deriva de características individuais. Martínez explicou que são quatro centrais num grupo de cinco utilizados em fases anteriores da Liga das Nações e do apuramento para o Mundial.
António Silva jogou apenas seis minutos na fase de apuramento para o Mundial, não chegando a alterar o esqueleto da defesa. A gestão do plantel mantém o equilíbrio entre experiência e desempenho recente.
A decisão de escolher determinados centrais baseia-se em valências que possam ajudar contra Congo, Uzbequistão e Colômbia. O foco atual está na adaptação tática e na leitura de jogo dos defensores escolhidos.
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