- O Leixões terminou a época em sétimo lugar, com 33 pontos na segunda volta, após atravessar uma crise de resultados.
- Carlos Fangueiro, ex-jogador do clube, é o treinador e foi o convidado da rubrica Homem do Leme, da Liga Portugal.
- Ele explicou que o espírito de família e proteção ajudou a subir a equipa na tabela e a sonhar com o playoff de subida à primeira liga.
- O técnico destacou que o Leixões é “uma escola de vida” e que era determinante transmitir aos jogadores o que é a casa e a mística do clube.
- Sobre o modelo de jogo, defende uma pressão coletiva, com os jogadores a reagirem rapidamente à perda de bola e a encurtarem espaços.
O Leixões terminou a época no 7.º lugar, com 33 pontos na segunda volta do campeonato, após atravessar uma crise de resultados. A ascensão coincidiu praticamente com o regresso de Carlos Fangueiro ao comando técnico.
O treinador explicou que, junto da equipa, reforçou o conceito de família como base, com os jogadores a sentirem-se protegidos quando cometem erros. Fangueiro, natural de Matosinhos, destacou que a equipa se identificou com a ideia partilhada.
A equipa esteve em último numa fase da época, mas o espírito de união permitiu sonhar com o playoff de subida à 1ª Liga. Fangueiro, de 49 anos, falou ainda da importância de manter a identidade do Leixões, que descreve como escola de vida onde a disciplina é determinante.
No plano desportivo, o técnico pretende uma pressão coletiva como marca do seu modelo. Os jogadores devem reagir rapidamente à perda de bola, encurtar espaços em fases ofensivas e manter o exemplo na recuperação. A ideia central é tornar a reacção o nosso valor.
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