- O Juízo de Comércio de Vila Nova de Gaia suspendeu temporariamente o leilão dos principais imóveis afetos à insolvência do Boavista por 15 dias.
- A decisão foi tomada após requerimento da administradora de insolvência, Maria Clarisse Barros, apresentado para encontrar uma solução que evite o desfecho mais temido pelos boavisteiros.
- A suspensão decorre dos requerimentos apresentados pelos credores Merecida Narrativa, Lda. e SACYR – Somague, S.A., presidente da comissão de credores.
- Além da suspensão, o Boavista tem um período adicional de cinco dias para a apresentação de licitações, findo o qual o processo é retomado.
- A medida permite ao clube ganhar tempo para tentar encontrar investidores capazes de ajudar a evitar o desfecho mais temido.
O Tribunal de Comércio de Vila Nova de Gaia suspendeu temporariamente o leilão do Estádio do Bessa XXI, principal ativo do processo de insolvência do Boavista, por 15 dias. A decisão ocorreu após a administradora de insolvência ter apresentado o requerimento de suspensão.
A medida foi aceite pelo tribunal, na sequência de pedidos apresentados pelos credores Merecida Narrativa, Lda. e SACYR – Somague, S.A., presididos pela comissão de credores. O objetivo é ganhar tempo para encontrar uma solução.
A advogada Maria Clarisse Barros apresentou o requerimento pela suspensão, com vista a impedir a venda dos imóveis até 15 dias, prorrogáveis por mais 5 dias para a apresentação de licitações. O leilão estava previsto após o indeferimento de um pedido anterior.
Contextualização
O Boavista já tinha visto o pedido de travão ao leilão ser recusado pelo tribunal dias antes, por alegada falta de plano para reverter a situação. A suspensão atual permite evitar o desfecho mais temido para a massa social do clube.
A reanálise do processo e a eventual apresentação de propostas por investidores permanecem em jogo, com o clube a procurar uma solução que preserve o estádio e a atividade desportiva. O desfecho do caso continua dependente de futuras ações judiciais e administrativas.
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