- Na Assembleia-Geral da Liga, realizada no Porto, esteve presente o presidente do F. C. Porto, André Villas-Boas, junto do vice-presidente João Borges.
- O encontro revelou continuação da tensão entre o F. C. Porto e o Sporting, com Villas-Boas a responder de forma ácida a duas propostas apresentadas pelos leões.
- A primeira proposta defendia que o VAR passe a analisar cantos mal assinalados; o F. C. Porto questionou se haveria retroativos a 2025/26 para não parecer hipocrisia, citando o lance do canto erradamente marcado a favor do Sporting frente ao Santa Clara.
- A segunda proposta visava aumentar as penas por declarações públicas; o Porto sugeriu incluir a “irradiação” de presidentes que chamem outros de cobardes e mentirosos, aludindo às declarações de Frederico Varandas após a primeira mão da meia-final da Taça de Portugal.
Na Assembleia-Geral da Liga, realizada esta quarta-feira na sede do organismo, no Porto, continuou a tensão entre F. C. Porto e Sporting. André Villas-Boas, presidente do Porto, foi o único líder dos três grandes presentes no encontro.
Villas-Boas respondeu de forma contundente a duas propostas apresentadas pela comitiva do Sporting. A primeira repetia a ideia de o VAR analisar cantos mal assinalados, com a pergunta sobre retroativos a 2025/26 para evitar percepções de hipocrisia, especialmente após o lance controverso contra o Santa Clara que beneficiou o Sporting.
A segunda proposta apontava para um aumento de penas por declarações públicas. A resposta do Porto sugeriu incluir também uma sanção de irradiação para presidentes que chamem outros de cobardes e mentirosos, numa alusão às declarações de Frederico Varandas após a primeira mão da meia-final da Taça de Portugal.
A comitiva portista viveu o momento com Villas-Boas acompanhado pelo vice-presidente João Borges, reforçando o caráter reservado do encontro e o foco em alterações disciplinares e técnicas propostas.
Entre na conversa da comunidade