- A Assembleia Geral da Liga chumbou duas propostas do Sporting, incluindo a extensão do VAR a cantos mal assinalados e a alteração da localização dos bancos de suplentes.
- André Villas-Boas, presidente do FC Porto, chegou a sugerir que a proposta de alargamento do raio de ação do VAR aos cantos tivesse efeitos retroativos à época 2025/26.
- O objetivo da proposta do Sporting sobre os bancos de suplentes era colocar o banco da equipa visitante atrás do árbitro assistente, visando reduzir pressão sobre os árbitros.
- Amândio Novais e Patrícia Silva Lopes representam o Sporting na reunião; Célia Falé representa o Benfica.
- A informação foi adiantada pelo Record.
A Assembleia Geral da Liga aconteceu esta quarta-feira no Porto, com choque entre Sporting e demais clubes no plenário. O destaque foi a rejeição de duas propostas apresentadas pelos leões, relacionadas com o uso do VAR e a localização dos bancos de suplentes.
O Sporting tentou ampliar a intervenção do VAR para cantos mal assinalados e mudar a posição do banco da equipa visitante. Os objetivos eram reduzir influência de pressão sobre árbitros e aumentar a abrangência tecnológica das decisões.
Villas-Boas, presidente do FC Porto, chegou a sugerir que a proposta de alargamento do raio de atuação do VAR aos cantos tivesse efeitos retroativos à época 2025/26, para evitar interpretações de oportunismo. Em representação do Sporting estiveram Amândio Novais e Patrícia Silva Lopes; pelo Benfica, Célia Falé participou na reunião. Fonte: Record.
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