- O documentário Rafa estreia na Netflix a 29 de maio e tem quatro episódios, centrando-se nas dificuldades físicas que Rafael Nadal enfrentou ao longo da carreira.
- Nadal explicou ao Marca que a história não seria apenas sobre sucesso, mas também sobre o que não se viu, incluindo o dia a dia de um tenista com um problema crónico.
- Descreveu momentos aflitivos, como ter de caminhar com uma garrafa de água para não engolir saliva, levando-o a procurar ajuda profissional.
- Confessou ter consultado uma psicóloga e, mais tarde, um psiquiatra, com medicação que o ajudou a melhorar ao longo dos meses.
- Durante a produção, referiu disputas com o fisioterapeuta sobre anti-inflamatórios; afirma que, sem esse apoio, não jogaria ténis, e revelou ter duas perfurações nos intestinos por causa dos anti-inflamatórios.
Rafael Nadal revela no documentário que estreia a 29 de maio na Netflix os desafios físicos que marcou a sua carreira. O foco é o sofrimento e as limitações ao longo de 22 Grand Slams, mostrando uma perspetiva também menos visível aos fãs.
O projeto intitulado Rafa inclui quatro episódios. O atleta explica que a narrativa não se limita ao sucesso, mas aborda as fases mais duras da carreira e o quotidiano de um tenista profissional com um problema crónico.
A entrevista de Nadal ao jornal Marca adianta parte do que se verá na produção. O espanhol admite que a sua história não seria compreendida apenas pelo sucesso, sendo necessária a exposição das suas dificuldades.
O que motivou o registo
Nadal descreve episódios de aflição emocional dentro e fora das quadras. Relata a necessidade de recorrer a profissionais de saúde mental para lidar com o dia a dia.
Segundo o atleta, a psicóloga indicou-lhe estratégias que já conhecia, mas que ajudaram a estruturar o tratamento. Foi também consultado um psiquiatra, que recomendou medicação que trouxe melhoria progressiva.
O documentário registou ainda debates com o fisioterapeuta sobre o uso de anti-inflamatórios. Nadal admite ter utilizado medicamentos por vezes, alegando que, sem eles, não conseguia competir.
Revelações sobre impactos físicos, como perfurações nos intestinos associadas ao uso de anti-inflamatórios, aparecem como parte da narrativa. O atleta sustenta que o controlo dessas questões foi determinante para manter a carreira.
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