- Cristiano Bacci revelou ao Corriere dello Sport, numa entrevista publicada nesta quarta-feira, detalhes da sua carreira e desafios.
- O treinador italiano disse que podia ter sido adjunto de José Mourinho no Fenerbahçe, mas preferiu manter-se como treinador principal e seguir para o Boavista; já se cruzou com Mourinho esta época no Tondela, num empate em que não houve ressentimentos.
- A sua saída no Estrela da Amadora foi marcada por uma “proeza titânica” no último segundo, com destaque para as lágrimas de Bacci ao terminar de joelhos no relvado de Braga.
- Nesta temporada trabalhou em três equipas (Panserraikos, Tondela e Estrela) e afirmou que terminar bem foi uma questão de honra, deixando claro que não se considera um treinador medíocre.
- Sobre o futuro na Reboleira, não deu certezas: reconheceu a ligação ao clube, que tem três cores na bandeira italiana, e disse que foi chamado a 25 de abril, mantendo a decisão em aberto. Também mencionou a troca de mensagens com Francesco Farioli, elogiando o FC Porto e expressando o desejo de voltar à Serie A para construir algo por mais de um ano, com Fiorentina e Roma como bancos de sonho.
Cristiano Bacci revelou detalhes da entrevista concedida ao Corriere dello Sport, publicada nesta quarta-feira. O treinador italiano comentou o passo decisivo da carreira, destacando a opção por ser treinador principal em vez de adjunto de José Mourinho no Fenerbahçe e a sua passagem pelo Boavista.
O técnico que salvou o Estrela da Amadora à tangente falou sobre a experiência no futebol português. A jornada incluiu três clubes na mesma temporada: Panserraikos, Tondela e Estrela. O episódio em Braga, com lágrimas de emoção, ficou marcado como uma das proezas da temporada, segundo a imprensa italiana.
Bacci explicou que o objetivo era terminar a época com sucesso, mesmo diante de dificuldades. Ressaltou que não se considera um treinador medíocre e que sempre busca manter-se a um nível competitivo. Valorizou o clube histórico e a pressão associada ao desafio.
Sobre o futuro, o técnico não confirmou o destino em Portugal. Referiu a Reboleira como possível palco para o próximo desafio, sem adiantar certezas. Acrescentou que a alcunha do clube tem três cores da bandeira italiana, o que o atraiu desde o encontro em 25 de abril.
Entre os temas pessoais, Bacci comentou a relação com o compatriota Francesco Farioli e elogiou a mentalidade ofensiva do adversário. Reconheceu o mérito de ter sido vencido por 2-0 pelo FC Porto, parabenizando o oponente pela conquista. A entrevista também abordou ambições futuras, incluindo a possibilidade de voltar à Serie A.
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