- O Tribunal de Comércio de Gaia rejeitou o pedido do Boavista para convocar uma nova Assembleia de Credores, que visava apresentar um plano de recuperação e bloquear a venda em leilão do património do clube, incluindo o Estádio do Bessa.
- O despacho sustenta que o requerimento se baseia apenas na intenção de apresentar um plano de insolvência, que pode ocorrer a qualquer momento, mas não foi apresentado nenhum plano.
- O tribunal considerou que não existe fundamento legal, nos termos do Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas, para suspender a liquidação.
- A claque Panteras Negras publicou um comunicado dirigido a potenciais compradores, deixando um aviso sobre o que podem enfrentar se tomarem o património.
- O comunicado da claque acusa a direção de Garrido Pereira de tentar destruir a história do Boavista e diz que a associação não vai permitir perder o património, afirmando que pretende salvar o Boavista FC.
O Tribunal de Comércio de Gaia rejeitou o pedido do Boavista para convocar uma nova Assembleia de Credores. A intenção era apresentar um plano de recuperação económica e impedir a venda em leilão do património do clube, incluindo o Estádio do Bessa. A decisão foi comunicada pela claque Panteras Negras.
No despacho, o tribunal explica que a mera intenção de apresentar um plano de insolvência não justifica nova Assembleia de Credores. O plano poderia ser apresentado a qualquer momento, mas não foi apresentado nos autos, o que não permite suspender a liquidação. Não existe fundamento legal para suspender o processo.
A Panteras Negras emitiu um comunicado dirigido aos potenciais compradores, assegurando que não permitirão a perda do património do Boavista. A claque acusa a direção de agir contra interesses do clube e afirma manter a defesa do património, símbolo e história do Boavista FC.
Decisão e impacto
O tribunal manteve o impulso para o processo de liquidação, sem ordem para nova assembleia. A confidencialidade das negociações com a empresa Sacyr é mencionada pela claque como em risco devido a recentes comunicados da direção. A situação mantém-se em aberto até à resolução judicial final.
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