- Pavlidis apontou apenas cinco golos na segunda volta do campeonato.
- Em comparação com os 17 da primeira metade, o rendimento do Grego foi menor.
- Esse apagão ajudou o Benfica a ficar em terceiro lugar e a perder a luta pelo título (ou pelo menos pelo segundo lugar).
- Na segunda metade, o Benfica foi a equipa com mais pontos, 41, acima de Sporting, 40, e FC Porto, 39.
- Faltou o contributo de Pavlidis para impulsionar o clube rumo a uma posição mais elevada.
O eclipse de Pavlidis na segunda volta do campeonato coincidiu com a luta do Benfica pelo título. Na segunda metade da época, o grego somou apenas cinco golos, face aos 17 da primeira metade. Este contraste é visto como um dos motivos para o Benfica terminar em terceiro lugar e não subir ao título, nem assegurar o segundo posto.
Na primeira volta, Pavlidis teve produção goleadora significativa, que não se repetiu na segunda parte. O rendimento reduzido do avançado foi apontado como impactando o desempenho ofensivo do Benfica ao longo dos jogos decisivos.
Desempenho e impactos no Benfica
Apesar do descenso na produção de Pavlidis, o Benfica acumulou 41 pontos na segunda metade, o que representou o melhor registo entre as três grandes convidadas à luta pelo título ou pela vice-liderança. O Sporting ficou com 40 pontos, e o FC Porto somou 39, destacando-se pela concorrência renhida na fase final da época.
A diferença entre a produção do líder grego e o restante rendimento ofensivo é analisada pela equipa técnica como determinante para o resultado final. A ausência de golos decisivos de Pavlidis contribuiu para a variação de posições no campeonato, segundo avaliações internas.
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