- Afonso Eulálio (Bahrain) terminou 5.º na segunda chegada em alto da Volta a Itália e mantém a liderança na geral durante o dia de descanso.
- O português tem uma vantagem de 2,24 minutos sobre Jonas Vingegaard (Visma) na classificação geral.
- Eulálio diz que vestir a camisola rosa o está a tornar “melhor ciclista” e vê no apoio da equipa a sua força.
- Realçou que os últimos 15 quilómetros da etapa foram exigentes e que poupou energia para os trechos finais, ainda com subida acentuada.
- Sobre o contrarrelógio da terça-feira, admite que a vantagem pode não ser suficiente para manter a camisola rosa.
Afonso Eulálio (Bahrain) continua como líder da Volta a Itália, depois de terminar em 5.º lugar na segunda chegada em alto. O português mantém a camisola rosa, com vantagem de 2,24 minutos sobre Jonas Vingegaard (Visma). A sexta-feira de descanso chega antes do contrarrelógio decisivo.
O ciclista nacional explicou que a liderança o está a tornar “melhor ciclista” e que é preciso gerir a energia para as etapas seguintes. A equipa acredita no objetivo e ele sente o peso da responsabilidade.
A etapa de hoje foi marcada por 15 quilómetros finais muito duros. Eulálio disse ter poupado energia até perto do cume para enfrentar as rampas finais com força. O esforço foi pensado para chegar à meta com a camisola rosa em risco.
Vantagem para o contrarrelógio: o piloto reconhece que os 2,24 minutos podem não ser suficientes para segurar a liderança. O próximo teste é o contrarrelógio, na terça-feira, onde a classificação pode sofrer alterações.
Desdobramentos e perspetivas
A partir de amanhã, a equipa Bahrain foca-se em manter a posição na geral. Vingegaard, com menos de 2,5 minutos de atraso, é um adversário direto na luta pela vitória global. O equilíbrio entre resistência e velocidade será determinante.
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