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SAD do Portimonense deve apenas 90 mil euros ao Felgueiras

Portimonense afirma dever cerca de 90 mil euros ao Felgueiras, enquanto este reclama 527.346,64 euros e abriu insolvência

Rodiney Sampaio é o presidente da SAD do Portimonense
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  • A SAD do Portimonense afirma dever ao Felgueiras cerca de 90 mil euros, em oposição aos 500 mil euros alegados pela outra parte.
  • O Felgueiras SAD pediu insolvência da Portimonense SAD por dívida relacionada com a transferência do avançado Tamble Monteiro, envolvendo 527.346,64 euros.
  • As partes discutem a interpretação de uma cláusula contratual, com o foro apontado como Tribunal Arbitral do Desporto (TAD).
  • O comunicado dos alvinegros sustenta que a diferença entre créditos impede resolução sem o devido processo declarativo no TAD.
  • A Portimonense afirma desconhecer o processo e rejeita a tentativa de pressão, afirmando manter-se firme no caso.

A SAD do Portimonense afirma, em comunicado difundido na sexta-feira, que o valor devido ao Felgueiras é de cerca de 90 mil euros. A ação junto do Tribunal de Olhão envolve uma quantia total de 527.346,64 euros relativa à transferência do avançado Tamble Monteiro.

O Felgueiras SAD acionou insolvência contra a Portimonense SAD, alegando um crédito próximo de meio milhão de euros. A divergência entre as partes envolve interpretação contratual e o valor credor que, segundo os algarvios, pode chegar aos 500 mil euros.

A Portimonense sustenta que a diferença é significativa e exige um processo declarativo, possivelmente no Tribunal Arbitral do Desporto (TAD), para clarificar o crédito. A SAD entende que o foro adequado para o litígio não está definido para já, mantendo a oposição ao montante alegado.

Ponto de vista das partes e contexto processual

A Felgueiras SAD afirma ter um crédito de cerca de 500 mil euros, enquanto a Portimonense SAD aponta para cerca de 90 mil. A diferença é apresentada como determinante para o encaminhamento do caso, que poderá seguir via TAD ou outra via arbitral.

A Portimonense acrescenta que não reconhece a existência de qualquer processo formal relacionado com a notícia publicada. Refere divergências interpretativas sobre uma cláusula do contrato com o atleta, que previa uma mais-valia associada à venda, sem clarificar o crédito.

A SAD algarvia enfatiza ainda que não teme o processo e que não se deixará destabilizar por pressões. Reitera que o objetivo é manter a equipa focada no campo e nas próximas jornadas, com todos os procedimentos a decorrer de forma neutral.

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